Atividades lúdicas ensinam crianças os benefícios da reciclagem

outubro 26, 2010

A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) organiza no dia 31 de outubro, domingo, uma tarde de muita diversão e conscientização ambiental para as crianças que estiverem na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, Zona Oeste de São Paulo. O tema da brincadeira: a importância da reciclagem do alumínio para o meio ambiente.

A partir das 14h e até 20h, jogos e brincadeiras ambientais colocarão a criançada em movimento enquanto aprendem mais sobre produtos de alumínio e reciclagem. Enquanto isso, uma dupla de contadores de histórias e o grupo Ciranda de Cantigas  mostrarão por que a reciclagem é tão importante para o planeta, por meio de histórias, apresentações musicais e teatro de bonecos. As atividades são gratuitas.

“Queremos mostrar para as crianças, que elas terão, no futuro, um papel muito importante na preservação do meio ambiente, e que a reciclagem das latas de alumínio pode contribuir bastante para esse processo”, explica Henio De Nicola, coordenador da Comissão de Reciclagem da ABAL.

Serviço

Atividades lúdicas ensinam crianças sobre a importância da reciclagem

Dia e horário: 31 de outubro de 2010, domingo – das 14h às 18h

Local: Livraria Cultura – Shopping Villa Lobos, setor infantil e auditório

Endereço: Av. das Nações Unidas, 4777 | Pinheiros, Zona Oeste | São Paulo

Entrada franca

Fonte: http://www.abal.org.br

Inédita no Brasil, pesquisa da Unicamp mostra a possibilidade da criação de espumas e esponjas feitas de alumínio

outubro 18, 2010

Quando o assunto é espuma ou esponja, vem à mente maciez, maleabilidade e grande capacidade de retenção de líquidos, por causa da quantidade de poros em toda a extensão. A proposta da pesquisa desenvolvida na Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) é manter as mesmas características em uma versão inédita. Encabeçada pela professora titular Maria Helena Robert, o trabalho mostra que é possível produzir materiais tão diferentes e inovadores com o uso do metal. “Alumínio é alumínio, só que esses (espuma e esponja) têm ar dentro e, por isso, são muito mais leves e com inúmeras possibilidades de aplicação”, revela a pesquisadora.

As espumas e esponjas de alumínio são materiais celulares – possuem até 30% do peso e densidade do material maciço e, por isso, são leves -, têm processos de fabricação e aplicação distintos, são duráveis e até competem com o material maciço em aplicações que utilizam o metal. Pode-se dizer que a diferença entre a espuma e a esponja são os poros (buracos) de cada uma. A primeira tem os poros fechados e a segunda, poros interconectados – vazios – ligados entre si.

Diversas aplicações
Esses novos materiais são excelentes isolantes térmicos, acústico e de vibração, além de possuírem uma capacidade elevada de absorção de impacto/energia. “Eles são como colchões de ar, muito leves e resistentes. Por isso absorvem muito o impacto, quando são utilizados para tal finalidade”, compara a professora Maria Helena.

“Existem diversos tipos de aplicabilidade das esponjas e espumas de alumínio e estes materiais têm um potencial muito grande. Qualquer peça maciça do metal pode ser substituída pelas espumas ou esponjas. A única ressalva é que esses materiais não têm resistência a tração. Se houver qualquer solicitação nessa área, não poderão atender. Em compensação, eles são interessantes para qualquer componente que sofre compressão”, comenta Maria Helena. Um bom exemplo do uso dos materiais celulares é na indústria automotiva, em geral. Eles podem ser utilizados na absorção de impacto, nos pilares de formação dos veículos, nos componentes dos motores, em peças e engrenagens, e até em baterias, por permitir a passagem e troca de fluidos (somente no caso das esponjas). No setor aeronáutico, as esponjas e espumas de alumínio são interessantes para chapas estruturais, e na construção civil podem ser muito bem utilizadas para revestir bases de viadutos (isolante acústico e de vibração), em laterais das estradas (isolante acústico e de vibração), em paredes (isolamento acústico e térmico), em tampões de mesa e de outras inúmeras maneiras. Há também a possibilidade de uso dos materiais em coletes de segurança (coletes à prova de bala).

Em busca de parcerias
Mesmo com as inúmeras vantagens apresentadas para uso desses novos materiais, a comercialização do produto ainda é nula em território nacional. Nem mesmo pesquisas nessa área de atuação são realizadas no Brasil fora da Unicamp. “Quem quiser saber mais sobre a técnica no Brasil, precisa me procurar”, brinca a professora. “Aqui, dominamos a técnica de fabricação, mas precisaríamos de parceiros do setor industrial para produzir estes materiais celulares em escala piloto”, reforça a pesquisadora, que garante que se houvesse interesse da iniciativa privada o produto estaria disponível no mercado em dois anos.

“Dominamos a tecnologia de fabricação, mas agora precisamos passar para quem queira produzir em maior escala. Aqui na Unicamp,  não temos equipamentos em escala de produção para fazer isso, e também nem poderíamos atuar nesse sentido, já que somos uma universidade e nosso produto é o conhecimento”,  argumenta. Segundo ela, o que falta agora é dar o ‘salto do laboratório para um setor de desenvolvimento de uma empresa’,  que faça um protótipo dos novos materiais e, posteriormente, passe para a produção em escala. “Orientei inúmeras teses sobre espumas e esponjas de alumínio e muitos alunos já apresentaram seus trabalhos em congressos, mas ainda não fomos procurados por ninguém. Publicamos muitos artigos sobre o assunto no exterior também”, destaca Maria Helena.

Saiba mais sobre o 14º Congresso Brasileiro de Embalagem

setembro 23, 2010

E está acontecendo o 14º Congresso Brasileiro de Embalagem ABRE, principal evento do setor de embalagens no Brasil, que ocorreu ontem e está acontecendo hoje, no Centro Fecomercio de Eventos, em São Paulo (SP). Realizado a cada dois anos, o Congresso deste ano terá por tema Embalagem e o novo varejo: responsabilidade ambiental aliada à inovação. “O foco de nosso desenvolvimento está diretamente relacionado à inovação e à sustentabilidade, assunto principal do Congresso. Ao patrocinar o evento, estamos reforçando a importância do tema, enfatizando nossa ligação com este mercado e estimulando a inovação sustentável”, afirma o Diretor de Adesivos e Laminados, Evandro Kunst.

Na programação do evento, a Artecola irá contribuir no dia 23 de setembro com a palestra Vantagens e benefícios dos hot-melts de última geração – casos de sucesso de Artecola e Forbo no mundo dos adesivos, que ocorrerá às 16h, no auditório. O ministrante será o Gerente de Tecnologia de Adesivos da Artecola, Roberto Moutinho, Engenheiro Químico (Unicamp) com pós-graduação em Administração e Marketing (Fundação Getúlio Vargas) e diversos cursos de especialização no exterior (EUA, Alemanha, França, Espanha e Suíça). Com ampla experiência no mercado de adesivos, Moutinho também integra o Conselho de Adesivos da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT/CB10.

Abaixo segue a lista de materiais com fortes atributos sustentáveis:

• PVAs linha Green (isentas de solvente):
– 6098G: Adesivo aquoso para colagem de papel Kraft revestido com polietileno e papel Kraft. As matérias primas deste adesivo seguem regulamentação FDA para contato indireto com alimentos.
– 6048G: Adesivo aquoso para colagem de papel, caixas de papelão, cartão e cartolina sem verniz;
– 6025G: Adesivo base água para aplicação por disco.

Fonte: N2_NOTICIA EM DOBRO

Arábia Saudita é quarto mercado para alumínio do Brasil

setembro 4, 2010

O país árabe respondeu por 6,7% das vendas externas de semimanufaturados de alumínio no primeiro semestre do ano. Houve aumento de 18,9% nas exportações gerais do setor no período.

A Arábia Saudita foi destino para 6,7% das exportações brasileiras de produtos semimanufaturados de alumínio, de acordo com informações da Associação Brasileira do Alumínio (Abal). O país árabe foi o quarto maior importador do segmento no primeiro semestre deste ano, atrás apenas de Estados Unidos, Argentina e Venezuela.
De acordo com a Abal, as exportações da indústria de alumínio ficaram, entre janeiro e junho, em US$ 1,8 bilhão. Elas responderam por 2% das vendas externas do Brasil e avançaram 18,9% sobre o primeiro semestre de 2009. As previsões da Abal indicam que no ano o setor terá uma receita de exportação de US$ 4,05 bilhões.

De acordo com a Abal, as exportações da indústria de alumínio ficaram, entre janeiro e junho, em US$ 1,8 bilhão. Elas responderam por 2% das vendas externas do Brasil e avançaram 18,9% sobre o primeiro semestre de 2009. As previsões da Abal indicam que no ano o setor terá uma receita de exportação de US$ 4,05 bilhões.

Também houve, nos primeiros seis meses do ano, aumento nas importações brasileiras de produtos de alumínio. Elas cresceram bem mais do que as exportações, em percentual, em 47,8%, mas o seu valor foi bem menor, US$ 464 milhões. No ano, as importações devem chegar a US$ 932 milhões, segundo projeções da Abal.

Segundo a Abal, o mercado interno também aumentou seu consumo de produtos transformados de alumínio, passando de 463,1 mil toneladas no primeiro semestre de 2009 para 626,7 mil toneladas nos mesmos meses de 2010. O crescimento foi de 35,3%. Houve aumento nas compras de chapas, em 28,5%, de extrudados, em 45%, de fundidos, em 43,9%, e de folhas, em 32,4%.

Mitos e verdades sobre as latas de alumínio

agosto 31, 2010

Existem muitos boatos e mentiras a respeito da reciclagem  de latas de alumínio. Circulam pela Internet, há alguns anos, mensagens com a suposta intenção de alertar a população sobre “o perigo” de se consumir bebidas em latas. Estas poderiam estar contaminadas por urina de ratos, provocando leptospirose.

A primeira onda de mensagens circulou nos Estados Unidos, sem identificação de autores ou personagens, e  no Brasil, ganharam uma nova versão na qual, para dar ares de credibilidade ao texto, aponta-se o doutor Fábio Olivares, do Centro de Biociências e Biotecnologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense como autor. A versão brasileira afirma existir uma pesquisa do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial) sobre o assunto e chega a sugerir que pessoas teriam contraído leptospirose e morrido, após consumir bebidas em lata.

Com o objetivo de esclarecer o público, a Associação Brasileira de Alumínio buscou a confirmação de cada uma das informações contidas nas mensagens. Com isso, obteve declarações por escrito tanto do doutor Fábio – em que nega a autoria do texto – quanto do chefe de gabinete da Presidência do Inmetro,Carlos Eduardo Vieira Camargo, garantindo que o instituto jamais realizou análise em latas de refrigerantes com a finalidade de medir níveis de vermes ou bactérias.

A ABAL também recebeu uma correspondência do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da Secretaria da Saúde de São Paulo, que afirma não existir, em todos os casos de leptospirose registrados no Estado, nenhum que tenha sido provocado por ingestão de bebida em lata. O CVE também inseriu esse informe na página da Secretaria de Saúde Pública:www.cve.saude.sp.gov.br/htm/lepinforme.htm. As informações foram confirmadas em novo documento recebido em 20 de maio de 2004.

Diante da comprovada falsidade das informações divulgadas nas tais mensagens, a ABAL requereu, junto à Polícia Civil de São Paulo, a instauração de um inquérito policial a fim de apurar a ocorrência de crime de falsidade ideológica e outros crimes de fundo econômico ligados a esses boatos.

Por tudo isso, se você receber um e-mail alertando para o risco de se beber cervejas e refrigerantes em lata, use o bom senso antes de retransmiti-lo.

Tenha em mente que a indústria de latas, assim como os fabricantes de bebidas, respeitam padrões internacionais, além de normas próprias de produção, e garantem a qualidade e a integridade de seus produtos.

Portanto, a questão a respeito da qual se deve alertar a população é a da higiene no armazenamento e na manipulação dos produtos em geral e essa é uma preocupação que vale para todo e qualquer produto e/ou embalagem, e não apenas para as latas de bebidas. O caminho para se evitar problemas é um só: hábitos básicos de higiene.

Fonte: ABAL

A indústria do alumínio se adequando a sustentabilidade

agosto 20, 2010

Hoje se fala muito em sustentabilidade, mas quem realmente trabalha em torno desse assunto? Matéria-prima relevante para a maioria das atividades econômicas, a energia é um componente fundamental na cadeia produtiva do alumínio, que necessita desse bem em escala significativa. Por isso, a indústria investe em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias capazes de reduzir seu consumo de energia – úteis para diminuir seus próprios custos e garantir a sustentabilidade ambiental de nosso planeta.

Nesse sentido, o alumínio brasileiro tem um diferencial importante, pois utiliza energia hidrelétrica, limpa, cujos impactos ambientais são sensivelmente inferiores àqueles decorrentes de tecnologias empregadas em outros países, como a queima de carvão -, e gás natural. Além disso, no Brasil, o índice de consumo de energia no processo produtivo de alumínio primário é inferior à média mundial: em 2008, aqui foram utilizados 14,9 MWh para cada tonelada de alumínio; internacionalmente, nesse mesmo período, o consumo chegou a 15,4 MWh.

Para melhorar seus índices, a indústria do alumínio trabalha constantemente no desenvolvimento de sistemas mais eficientes. Pesquisam-se, também, fornos com capacidade para correntes maiores, pois, relativamente a um conjunto composto por cubas menores, neles é possível obter relação mais favorável entre produção de alumínio e consumo de energia.

Ainda falando sobre reciclagem e sustentabilidade, é muito comum ver na mídia a informação de que a indústria do alumínio recicla 35% de tudo o que o país consome. Em primeiro lugar, a afirmação não é correta e induz a um erro sutil, porém importante para o entendimento. Precisamos saber o que este percentual realmente representa.

Ele não é um índice de reciclagem, e sim o quanto de alumínio reciclado foi utilizado no consumo de todos os produtos feitos com o metal, em determinado ano, no país. Assim, dizer que o percentual de alumínio reciclado contido no total dos produtos de alumínio consumidos é de 35%, não é o mesmo que afirmar que o índice de reciclagem total é de 35%, e que, portanto, os 65% restantes seriam desperdiçados. Isso é um erro. Ao contrário, toda a sucata de alumínio disponibilizada no mercado é reciclada. Por isso, o índice só não é 100% porque o material não foi todo disponibilizado para reciclagem, e sim direcionado a outros setores, por exemplo, siderúrgico/destrutivos.

A disponibilidade está muito relacionada ao ciclo de vida dos produtos. A lata tem vida de 30 dias; uma peça de automóvel, no Brasil, pode durar de 10 a 15 anos; uma esquadria ou panela, 40 anos!  Ou seja, o alumínio empregado nesses setores é utilizado por muito tempo e a sucata não vai para o mercado – ficando encerrada num ciclo fechado.

Desse modo, estamos preservando o meio ambiente, economizando energia e, ao mesmo tempo, reciclando – não só a sucata produzida no país, mas também aquela que é produzida internacionalmente. A cadeia da reciclagem é um ciclo ininterrupto, e nós o ajudamos a ter continuidade, tamanha é a eficiência da indústria da reciclagem brasileira. Em outras palavras, reciclamos 100%, e mais um pouco!

Saiba mais sobre a reciclagem de alumínio.

julho 22, 2010

O alumínio pode de ser reciclado infinitas vezes e, por isso, as embalagens e tudo que é feito deste material também pode.

Um dado interessante mostra que as latas de alumínio são as embalagens mais recicladas no país e seu índice de reciclagem em 2008 chegou a 91,5% do total consumido. Bacana, né? Esse número tão alto resulta do rápido ciclo de vida das latas, que são descartadas num curto período após a compra, segundo Hênio de Nicola, coordenador da Comissão de reciclagem da Abal (Associação Brasileira de Alumínio).

Infelizmente não são todas as embalagens que atingem este índice justamente pelo modo de descarte. As embalagens de alimentos que ficam com resíduos não podem ser recicladas e acabam no lixo convencional. “O ideal é que todos os consumidores sejam orientados a retirar os restos de comida e enviar para a reciclagem”, alerta Fábio Caveiro, coordenador do Grupo Setorial Folhas da Abal.

Os aerosóis dos frascos de desodorante também têm o mesmo potencial de reciclagem das latas, mas são descartados de maneira inadequada por falta de conhecimento disso e por muitas vezes acabam nos lixões.

“É importante incentivar as cooperativas de reciclagem, e conscientizar também a população”, destaca Caveiro. Para ele, uma das opções que pode efetivamente funcionar é incentivar locais que têm grande fluxo de pessoas, como hospitais, a fazer a pré-limpeza das embalagens de comida, e a separação para reciclagem. “Só com conscientização e mobilização será possível reciclarmos o que acaba se perdendo”, conclui.

Fonte: Revista Alumínio. Ed 23

A Wyda recicla todas as sobras resultantes do processo de fabricação das embalagens e se orgulha disso.

Papel alumínio na culinária – Salmão

julho 8, 2010

Mais uma vez estamos aqui com a nossa receita semanal, que mais uma vez mostra as facilidades que o papel alumínio pode trazer para o seu dia a dia na cozinha, sem falar que ajuda suas receitas ficarem mais saborosas, além de cozidas de uma maneira mais uniforme. Aproveitem que essa bem simples de preparar, além de ser deliciosa.

Ingredientes
– 200g de salmão em filés cortados em 4
– 3 colheres de sopa de mirin (o mirin é um tipo de vinho de arroz, semelhante ao saquê, porém com um teor alcoólico mais baixo)
– 4 camarões médios inteiros, limpos e sem a cabeça
– 4 shitakes sem os talos
– 4 azeitonas
– Sal a gosto
– 1 limão fatiado

Acessórios
– papel alumínio para embrulhar

Modo de Preparo
Tempere o salmão com mirin e sal e reserve por aproximadamente uns 8 minutos. Cozinhe os camarões na água com uma pitada de sal e reserve. Corte o papel alumínio em 4 pedaços de 18cm e coloque em cada folha um pedaço de salmão, um shitake, um camarão e uma azeitona e embrulhe-os em seguida. Disponha os embrulhos em uma assadeira, leve para assar ao forno na temperatura média até cozinhar. Sirva no próprio papel alumínio decorado com as fatias de limão.

Dicas de como usar melhor o alumínio aliado ao microondas

julho 5, 2010

Uma lenda urbana que acompanha o alumínio há décadas é que esse material e o microondas não podem andar juntos. O tempo passou, a tecnologia dos fornos de microondas evoluiu e isso é coisa do passado, porém, muitas pessoas ainda tem esse tipo de receio e continuam abrindo mão de embalagens de aluminío na hora de utilizar esse aparelho.

Por isso, nós do Wyda reunimos uma série de informações e dicas pra desmentir essa história e, finalmente, fazer com que todo mundo passe a aliar o alumínio ao uso do forno microondas. Para que esse tipo de prática seja totalmente segura, vale a pena prestar atenção em algumas regras:

– A embalagem não pode encostar nas paredes do microondas em funcionamento, para que isso não provoque faiscamento – a distância mínima recomendada é de 3cm em todos os lados;
– Utilize apenas embalagens com até 3,5cm de profundidade. Embalagens mais profundas devem ser colocadas em um recipiente de vidro ou refratário com água para completar o aquecimento em banho-maria;
– Ocupe integralmente o conteúdo das embalagens, para garantir que o aquecimento seja uniforme. Aquecer porções menores do que a embalagem, deixando partes desta vazia, pode representar risco de faiscamento;
– Utilize as embalagens de alumínio em forno microondas com prato giratório, e posicione a embalagem no centro para que não haja escorregamento – o que poderia deixá-la a menos de 3cm das paredes do aparelho;
– Não se deve recongelar nenhum tipo de alimento, pois pode haver comprometimento da qualidade dos mesmos, isso independente do tipo de embalagem utilizada;
– Antes de levar a embalagem ao microondas, é necessário retirar a tampa protetora, para que as ondas possam atuar no alimento. Em seu lugar, use uma cobertura de papel manteiga ou uma daquelas tampas especiais para microondas que fará com que o vapor se mantenha na embalagem e dará uniformidade ao aquecimento;
– Não utilize duas embalagens no microondas ao mesmo tempo.

Além dessas dicas, selecionamos também algumas outras que ressaltam o uso de papel-alumínio no auxílio do cozimento dos alimentos no microondas. Afinal, não são apenas as embalagens feitas em alumínio que podem ser utilizadas nesse tipo de aparelho. Como o alumínio reflete as microondas, tiras estreitas de papel alumínio podem ser colocadas nas extremidades e partes mais sensíveis do alimento (carnes, peixes e aves), assim agirão como escudo e proporcionarão um descongelamento e um cozimento mais uniforme. Como já foi dito antes, lembre-se de não deixar que o papel alumínio encoste nas paredes do forno microondas ou em seu grill, para evitar faiscamento. E para retirar a embalagem de alumínio do forno microondas, é importante utilizar uma luva protetora para as mãos, pois ela estará muito quente.

Dessa maneira, esperamos que tenhamos deixado claro que se tomarmos os devidos cuidados, não há nada que impeça que você utilize embalagens de alumínio, bem como o do papel alumínio, nos fornos microondas. Isso faz com que seu alimento seja cozido de maneira mais uniforme e saborosa.

Papel alumínio na culinária – Filé mignon

julho 1, 2010

De volta com mais uma dica incrível de como o papel alumínio pode ser seu grande aliado na culinária. Hoje a gente trouxe pra você uma deliciosa receita de filé mignon.

Ingredientes
– 1 quilo de filé mignon
– 2 colher de sopa de suco de limão ou 1 limão cortado em rodelas
– 1 xícara de ketchup apimentado
– ¼ de xícara de farinha de trigo
– 1 cebola grande cortada em rodelas
– sal e pimenta a gosto

Acessórios
– Quanto necessário de papel alumínio

Modo de preparo
Cortar um pedaço grande de papel de alumínio. Misturar o ketchup e a farinha. Colocar a metade desta mistura no meio do papel de alumínio. Colocar a carne por cima. Salpicar com sal e pimenta. Cobrir a carne com as rodelas de cebola e a mistura de ketchup restante. Respingar com suco de limão ou cobrir com as rodelas de limão. Dobrar o papel de alumínio por cima e fechar bem as bordas. Colocar numa assadeira e assar em forno bem quente por 1 e ½ hora ou até que a carne esteja macia. Retirar o papel de alumínio e cortar em fatias.

Aproveite e saboreie muito essa receita.