Archive for the ‘Curiosidades’ Category

Saiba mais sobre a reciclagem de alumínio.

julho 22, 2010

O alumínio pode de ser reciclado infinitas vezes e, por isso, as embalagens e tudo que é feito deste material também pode.

Um dado interessante mostra que as latas de alumínio são as embalagens mais recicladas no país e seu índice de reciclagem em 2008 chegou a 91,5% do total consumido. Bacana, né? Esse número tão alto resulta do rápido ciclo de vida das latas, que são descartadas num curto período após a compra, segundo Hênio de Nicola, coordenador da Comissão de reciclagem da Abal (Associação Brasileira de Alumínio).

Infelizmente não são todas as embalagens que atingem este índice justamente pelo modo de descarte. As embalagens de alimentos que ficam com resíduos não podem ser recicladas e acabam no lixo convencional. “O ideal é que todos os consumidores sejam orientados a retirar os restos de comida e enviar para a reciclagem”, alerta Fábio Caveiro, coordenador do Grupo Setorial Folhas da Abal.

Os aerosóis dos frascos de desodorante também têm o mesmo potencial de reciclagem das latas, mas são descartados de maneira inadequada por falta de conhecimento disso e por muitas vezes acabam nos lixões.

“É importante incentivar as cooperativas de reciclagem, e conscientizar também a população”, destaca Caveiro. Para ele, uma das opções que pode efetivamente funcionar é incentivar locais que têm grande fluxo de pessoas, como hospitais, a fazer a pré-limpeza das embalagens de comida, e a separação para reciclagem. “Só com conscientização e mobilização será possível reciclarmos o que acaba se perdendo”, conclui.

Fonte: Revista Alumínio. Ed 23

A Wyda recicla todas as sobras resultantes do processo de fabricação das embalagens e se orgulha disso.

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Dicas de como usar melhor o alumínio aliado ao microondas

julho 5, 2010

Uma lenda urbana que acompanha o alumínio há décadas é que esse material e o microondas não podem andar juntos. O tempo passou, a tecnologia dos fornos de microondas evoluiu e isso é coisa do passado, porém, muitas pessoas ainda tem esse tipo de receio e continuam abrindo mão de embalagens de aluminío na hora de utilizar esse aparelho.

Por isso, nós do Wyda reunimos uma série de informações e dicas pra desmentir essa história e, finalmente, fazer com que todo mundo passe a aliar o alumínio ao uso do forno microondas. Para que esse tipo de prática seja totalmente segura, vale a pena prestar atenção em algumas regras:

– A embalagem não pode encostar nas paredes do microondas em funcionamento, para que isso não provoque faiscamento – a distância mínima recomendada é de 3cm em todos os lados;
– Utilize apenas embalagens com até 3,5cm de profundidade. Embalagens mais profundas devem ser colocadas em um recipiente de vidro ou refratário com água para completar o aquecimento em banho-maria;
– Ocupe integralmente o conteúdo das embalagens, para garantir que o aquecimento seja uniforme. Aquecer porções menores do que a embalagem, deixando partes desta vazia, pode representar risco de faiscamento;
– Utilize as embalagens de alumínio em forno microondas com prato giratório, e posicione a embalagem no centro para que não haja escorregamento – o que poderia deixá-la a menos de 3cm das paredes do aparelho;
– Não se deve recongelar nenhum tipo de alimento, pois pode haver comprometimento da qualidade dos mesmos, isso independente do tipo de embalagem utilizada;
– Antes de levar a embalagem ao microondas, é necessário retirar a tampa protetora, para que as ondas possam atuar no alimento. Em seu lugar, use uma cobertura de papel manteiga ou uma daquelas tampas especiais para microondas que fará com que o vapor se mantenha na embalagem e dará uniformidade ao aquecimento;
– Não utilize duas embalagens no microondas ao mesmo tempo.

Além dessas dicas, selecionamos também algumas outras que ressaltam o uso de papel-alumínio no auxílio do cozimento dos alimentos no microondas. Afinal, não são apenas as embalagens feitas em alumínio que podem ser utilizadas nesse tipo de aparelho. Como o alumínio reflete as microondas, tiras estreitas de papel alumínio podem ser colocadas nas extremidades e partes mais sensíveis do alimento (carnes, peixes e aves), assim agirão como escudo e proporcionarão um descongelamento e um cozimento mais uniforme. Como já foi dito antes, lembre-se de não deixar que o papel alumínio encoste nas paredes do forno microondas ou em seu grill, para evitar faiscamento. E para retirar a embalagem de alumínio do forno microondas, é importante utilizar uma luva protetora para as mãos, pois ela estará muito quente.

Dessa maneira, esperamos que tenhamos deixado claro que se tomarmos os devidos cuidados, não há nada que impeça que você utilize embalagens de alumínio, bem como o do papel alumínio, nos fornos microondas. Isso faz com que seu alimento seja cozido de maneira mais uniforme e saborosa.

Dúvidas sobre como colaborar com a reciclagem de alumínio

junho 28, 2010

Baseado no post sobre a utilização das embalagens de alumínio, resolvemos agora buscar informações para esclarecer as dúvidas mais frequentes em relação à reciclagem de alumínio, desmentindo alguns mitos e facilitando o processo de separação do material por cada um de nós.

Por que é importante reciclar o alumínio?
Porque a reciclagem do alumínio traz benefícios para o meio ambiente e para o País, pois economiza matéria-prima, energia elétrica e reduz o volume de lixo enviado aos aterros sanitários. Além disso, gera renda permanente para milhares de pessoas, reduzindo o impacto social do desemprego.

O que devemos fazer com as embalagens descartáveis (como por exemplo, as quentinhas)?
Preferencialmente, deve-se lavar essas embalagens para que sejam retirados os resíduos de alimentos. Depois disso coloque-as junto com os demais metais, ou então entregue-as em um posto de coleta seletiva, ou mesmo para algum sucateiro que recolha esse material próximo da sua casa.

Como identificar as latas que de fato são de alumínio?
Há algumas maneiras. Geralmente, as latas de alumínio estão identificadas por dois símbolos impressos no rótulo, que já são um padrão utilizado pelas indústrias: um deles é o “AL” circundado por duas setas, e o outro é a figura de uma lata, com a inscrição “Recicle Alumínio”. Caso não haja nenhum desses símbolos e você permaneça com dúvidas, pode utilizar um ímã, se ele prender no metal, a lata não é de alumínio.

Vale a pena reciclar somente uma lata?
Sim. Vale a pena reciclar qualquer que seja a quantidade de latas. Para se ter noção, a reciclagem de uma única latinha de alumínio pode economizar energia elétrica suficiente para manter ligado um aparelho de TV durante três horas.

Como a lata deve ser preparada para a reciclagem?
A lata é 100% reciclável, ou seja, não é necessário retirar nenhuma parte dela para a reciclagem, nem mesmo o anel. Para facilitar o processo de reciclagem, a lata deve estar vazia e livre de impurezas (tais como restos de comida, de papel, pontas de cigarros, dentre outros resíduos).

O que mudou com a entrada das latas nos processos de reciclagem?
As latas ajudaram a organizar o ciclo da reciclagem, desde a coleta da lata vazia até sua transformação em nova lata. Além disso, incentivou o surgimento de mercados alternativos (como a fabricação de prensas especiais para latas) e a modernização de fornos industriais para refusão de sucata, gerando mais empregos e remuneração mais justa para os catadores de rua.

O lacre da lata é mais valioso que a lata em si?
Não, isso é uma lenda urbana. A sucata é paga de acordo com o peso, não importando se é o corpo ou o lacre da lata. Portanto, o valor é exatamente o mesmo.

(Fonte: Abal – Associação Brasileira do Alumínio)

Dúvidas sobre a utilização de alumínio em embalagens

junho 24, 2010

Muitas dúvidas ainda cercam os consumidores a respeito das embalagens de alumínio, principalmente quando se trata do acondicionamento de alimentos, por isso, resolvemos selecionar algumas e esclarecê-las.

As embalagens descartáveis de alumínio podem ser utilizadas com segurança no forno microondas?
Estudos elaborados por institutos de tecnologia e laboratórios independentes nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Dinamarca, Suíça e também no Brasil consideram seguro seu uso, dentro dos padrões de segurança. Sua utilização já foi testada em cozinhas experimentais em todo o mundo e atestada como segura.

Como surgiram as dúvidas a respeito da segurança desse tipo uso?
Esse questionamento surgiu na década de 1970, quando os aparelhos ainda não ofereciam plena segurança contra o reflexo das microondas. Entretanto, em 1980, a Associação dos Fabricantes de Embalagens de Alumínio dos Estados Unidos divulgou dados de uma pesquisa que mostrou a segurança dos novos fornos, desde que fossem seguidas pequenas observações.

Pode-se reaquecer na embalagem descartável de alumínio sobras de alimentos que já foram parcialmente consumidos?
Para se obter um aquecimento uniforme, não é aconselhável usar a embalagem descartável de alumínio quando apenas parte de seu conteúdo está ocupado.

Refeições congeladas geralmente são fornecidas em embalagens descartáveis de alumínio, depois de descongeladas no microondas, elas podem voltar ao freezer?
Nenhum alimento deve ser recongelado, pois comprometeria sua qualidade, independente da embalagem utilizada.

O que se deve fazer para obter melhores resultados ao utilizar embalagens descartáveis de alumínio no forno de microondas?
Não permitir que o alumínio encoste nas paredes do aparelho, mantendo a distância mínima de 3 cm e retirar a tampa de alumínio das embalagens antes de levá-las ao forno. Também é recomendável que o alimento na embalagem ocupe uma altura de até 3,5 cm. É importante que ele ocupe todo o conteúdo da embalagem.

Qual a correta utilização do papel alumínio em contato com os alimentos?
O lado brilhante da folha, por ter uma rugosidade menor (mais liso), propicia menor aderência de alimentos e substâncias na sua superfície, além do que seu índice de refletividade ao calor é maior o que pode aumentar um pouco o tempo de cocção dos alimentos. Por isso, o ideal é utilizar-se o lado brilhante para dentro para melhor aproveitamento da fonte de calor. Mas, o fato de se utilizar um lado ou outro em contato com alimentos não ocasiona qualquer prejuízo no cozimento ou conservação.

Caso tenha alguma dúvida que não foi respondida nesse post, mande-a para gente aqui pelo sistema de comentários e procuraremos respondê-la da maneira mais rápida possível.

(Fonte: Abal – Associação Brasileira do Alumínio)

Conheça um pouco sobre a História da Indústria do Alumínio

junho 14, 2010

O alumínio é um material derivado da bauxita, que é um mineral natural um tipo de lama, bem abundante na Terra. A bauxita é o terceiro mineral mais abundante na natureza e mesmo assim tornou-se uma recurso natural muito valorizado. 90% do minerio extraido destina-se a fabricação de alumínio, mas o processo continua sendo muito caro, pois são necessarios 5 toneladas de bauxita para produzir 1 tonelada de alumínio. E com o alumínio são produzidos uma infinidade de produtos: latas, esquadria, componentes de carros, aviões, panelas, estruturas de edifícios etc.

O alumínio foi descoberto no século XIX, Em 1824, pelo dinamarquês Hans Christian Oersted, que conseguiu isolar esse elemento químico. Passados 30 anos, em 1854, o cientista francês Henry Sainte-Claire Deville, conseguiu a obtê-lo por processo químico – usando cloreto duplo de alumínio e sódio fundido. Já em 1886, o americano Charles Martin Hall e o francês Paul Louis Toussaint Héroult descobriram e patentearam, quase simultaneamente, o processo de obtenção de alumínio por meio de corrente elétrica. O processo de eletrólise ficou conhecido como Hall-Heróult.

O motivo do sucesso comercial do alumínio em todo o mundo está nas características físicas do metal, pois não enferruja como o aço, além de ser bem mais leve e também muito mais maleável. Por conta disso, o alumínio deixou de ser apenas o metal nobre que era utilizado em utensílios domésticos sofisticados para a nobreza ou mesmo em obras de arte e passou a ser um metal usado em milhares de produtos em pouco menos de um século.

No ano de 1917, a indústria do metal alcançou seu primeiro milhão de toneladas. Mas a partir de 1950, o aumento se deu em grande escala. Nos dias de hoje, a indústria de alumínio coloca mais de 35 milhões de toneladas do produto no mundo todo, que são distribuídos em diversos tipos de sub-indústria. A escala é bem grande e a estrutura da indústria é altamente globalizada. As maiores jazidas de bauxita estão nos países tropicais ou subtropicais, como Brasil, Austrália, África e Estados Unidos, que são alguns dos locais onde a indústria extrativista de minério é forte.

Ao todo, são 46 países que extraem a bauxita, transformam em alumina e depois em alumínio. Já as indústrias que moldam, usinam e fundem o alumínio estão espalhadas por todo o planeta. Tanto em países altamente industrializados como o Japão ou mesmo grandes centros industriais dos países em desenvolvimento.

Um dado interessante é que entre as décadas de 1970 e 2000, a indústria de latas de alumínio no Brasil teve sua produtividade aumentada em 51%. No início da década de 70, com um quilo de alumínio era possível produzir 49 latas. Atualmente, com a mesma quantidade de alumínio se produz 74 latas. Esse quadro se repete em vários setores dessa cadeia produtiva e só tende a melhorar.