Archive for the ‘Dicas’ Category

A indústria do alumínio se adequando a sustentabilidade

agosto 20, 2010

Hoje se fala muito em sustentabilidade, mas quem realmente trabalha em torno desse assunto? Matéria-prima relevante para a maioria das atividades econômicas, a energia é um componente fundamental na cadeia produtiva do alumínio, que necessita desse bem em escala significativa. Por isso, a indústria investe em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias capazes de reduzir seu consumo de energia – úteis para diminuir seus próprios custos e garantir a sustentabilidade ambiental de nosso planeta.

Nesse sentido, o alumínio brasileiro tem um diferencial importante, pois utiliza energia hidrelétrica, limpa, cujos impactos ambientais são sensivelmente inferiores àqueles decorrentes de tecnologias empregadas em outros países, como a queima de carvão -, e gás natural. Além disso, no Brasil, o índice de consumo de energia no processo produtivo de alumínio primário é inferior à média mundial: em 2008, aqui foram utilizados 14,9 MWh para cada tonelada de alumínio; internacionalmente, nesse mesmo período, o consumo chegou a 15,4 MWh.

Para melhorar seus índices, a indústria do alumínio trabalha constantemente no desenvolvimento de sistemas mais eficientes. Pesquisam-se, também, fornos com capacidade para correntes maiores, pois, relativamente a um conjunto composto por cubas menores, neles é possível obter relação mais favorável entre produção de alumínio e consumo de energia.

Ainda falando sobre reciclagem e sustentabilidade, é muito comum ver na mídia a informação de que a indústria do alumínio recicla 35% de tudo o que o país consome. Em primeiro lugar, a afirmação não é correta e induz a um erro sutil, porém importante para o entendimento. Precisamos saber o que este percentual realmente representa.

Ele não é um índice de reciclagem, e sim o quanto de alumínio reciclado foi utilizado no consumo de todos os produtos feitos com o metal, em determinado ano, no país. Assim, dizer que o percentual de alumínio reciclado contido no total dos produtos de alumínio consumidos é de 35%, não é o mesmo que afirmar que o índice de reciclagem total é de 35%, e que, portanto, os 65% restantes seriam desperdiçados. Isso é um erro. Ao contrário, toda a sucata de alumínio disponibilizada no mercado é reciclada. Por isso, o índice só não é 100% porque o material não foi todo disponibilizado para reciclagem, e sim direcionado a outros setores, por exemplo, siderúrgico/destrutivos.

A disponibilidade está muito relacionada ao ciclo de vida dos produtos. A lata tem vida de 30 dias; uma peça de automóvel, no Brasil, pode durar de 10 a 15 anos; uma esquadria ou panela, 40 anos!  Ou seja, o alumínio empregado nesses setores é utilizado por muito tempo e a sucata não vai para o mercado – ficando encerrada num ciclo fechado.

Desse modo, estamos preservando o meio ambiente, economizando energia e, ao mesmo tempo, reciclando – não só a sucata produzida no país, mas também aquela que é produzida internacionalmente. A cadeia da reciclagem é um ciclo ininterrupto, e nós o ajudamos a ter continuidade, tamanha é a eficiência da indústria da reciclagem brasileira. Em outras palavras, reciclamos 100%, e mais um pouco!

Saiba mais sobre a reciclagem de alumínio.

julho 22, 2010

O alumínio pode de ser reciclado infinitas vezes e, por isso, as embalagens e tudo que é feito deste material também pode.

Um dado interessante mostra que as latas de alumínio são as embalagens mais recicladas no país e seu índice de reciclagem em 2008 chegou a 91,5% do total consumido. Bacana, né? Esse número tão alto resulta do rápido ciclo de vida das latas, que são descartadas num curto período após a compra, segundo Hênio de Nicola, coordenador da Comissão de reciclagem da Abal (Associação Brasileira de Alumínio).

Infelizmente não são todas as embalagens que atingem este índice justamente pelo modo de descarte. As embalagens de alimentos que ficam com resíduos não podem ser recicladas e acabam no lixo convencional. “O ideal é que todos os consumidores sejam orientados a retirar os restos de comida e enviar para a reciclagem”, alerta Fábio Caveiro, coordenador do Grupo Setorial Folhas da Abal.

Os aerosóis dos frascos de desodorante também têm o mesmo potencial de reciclagem das latas, mas são descartados de maneira inadequada por falta de conhecimento disso e por muitas vezes acabam nos lixões.

“É importante incentivar as cooperativas de reciclagem, e conscientizar também a população”, destaca Caveiro. Para ele, uma das opções que pode efetivamente funcionar é incentivar locais que têm grande fluxo de pessoas, como hospitais, a fazer a pré-limpeza das embalagens de comida, e a separação para reciclagem. “Só com conscientização e mobilização será possível reciclarmos o que acaba se perdendo”, conclui.

Fonte: Revista Alumínio. Ed 23

A Wyda recicla todas as sobras resultantes do processo de fabricação das embalagens e se orgulha disso.

Dicas de como usar melhor o alumínio aliado ao microondas

julho 5, 2010

Uma lenda urbana que acompanha o alumínio há décadas é que esse material e o microondas não podem andar juntos. O tempo passou, a tecnologia dos fornos de microondas evoluiu e isso é coisa do passado, porém, muitas pessoas ainda tem esse tipo de receio e continuam abrindo mão de embalagens de aluminío na hora de utilizar esse aparelho.

Por isso, nós do Wyda reunimos uma série de informações e dicas pra desmentir essa história e, finalmente, fazer com que todo mundo passe a aliar o alumínio ao uso do forno microondas. Para que esse tipo de prática seja totalmente segura, vale a pena prestar atenção em algumas regras:

– A embalagem não pode encostar nas paredes do microondas em funcionamento, para que isso não provoque faiscamento – a distância mínima recomendada é de 3cm em todos os lados;
– Utilize apenas embalagens com até 3,5cm de profundidade. Embalagens mais profundas devem ser colocadas em um recipiente de vidro ou refratário com água para completar o aquecimento em banho-maria;
– Ocupe integralmente o conteúdo das embalagens, para garantir que o aquecimento seja uniforme. Aquecer porções menores do que a embalagem, deixando partes desta vazia, pode representar risco de faiscamento;
– Utilize as embalagens de alumínio em forno microondas com prato giratório, e posicione a embalagem no centro para que não haja escorregamento – o que poderia deixá-la a menos de 3cm das paredes do aparelho;
– Não se deve recongelar nenhum tipo de alimento, pois pode haver comprometimento da qualidade dos mesmos, isso independente do tipo de embalagem utilizada;
– Antes de levar a embalagem ao microondas, é necessário retirar a tampa protetora, para que as ondas possam atuar no alimento. Em seu lugar, use uma cobertura de papel manteiga ou uma daquelas tampas especiais para microondas que fará com que o vapor se mantenha na embalagem e dará uniformidade ao aquecimento;
– Não utilize duas embalagens no microondas ao mesmo tempo.

Além dessas dicas, selecionamos também algumas outras que ressaltam o uso de papel-alumínio no auxílio do cozimento dos alimentos no microondas. Afinal, não são apenas as embalagens feitas em alumínio que podem ser utilizadas nesse tipo de aparelho. Como o alumínio reflete as microondas, tiras estreitas de papel alumínio podem ser colocadas nas extremidades e partes mais sensíveis do alimento (carnes, peixes e aves), assim agirão como escudo e proporcionarão um descongelamento e um cozimento mais uniforme. Como já foi dito antes, lembre-se de não deixar que o papel alumínio encoste nas paredes do forno microondas ou em seu grill, para evitar faiscamento. E para retirar a embalagem de alumínio do forno microondas, é importante utilizar uma luva protetora para as mãos, pois ela estará muito quente.

Dessa maneira, esperamos que tenhamos deixado claro que se tomarmos os devidos cuidados, não há nada que impeça que você utilize embalagens de alumínio, bem como o do papel alumínio, nos fornos microondas. Isso faz com que seu alimento seja cozido de maneira mais uniforme e saborosa.

Dúvidas sobre como colaborar com a reciclagem de alumínio

junho 28, 2010

Baseado no post sobre a utilização das embalagens de alumínio, resolvemos agora buscar informações para esclarecer as dúvidas mais frequentes em relação à reciclagem de alumínio, desmentindo alguns mitos e facilitando o processo de separação do material por cada um de nós.

Por que é importante reciclar o alumínio?
Porque a reciclagem do alumínio traz benefícios para o meio ambiente e para o País, pois economiza matéria-prima, energia elétrica e reduz o volume de lixo enviado aos aterros sanitários. Além disso, gera renda permanente para milhares de pessoas, reduzindo o impacto social do desemprego.

O que devemos fazer com as embalagens descartáveis (como por exemplo, as quentinhas)?
Preferencialmente, deve-se lavar essas embalagens para que sejam retirados os resíduos de alimentos. Depois disso coloque-as junto com os demais metais, ou então entregue-as em um posto de coleta seletiva, ou mesmo para algum sucateiro que recolha esse material próximo da sua casa.

Como identificar as latas que de fato são de alumínio?
Há algumas maneiras. Geralmente, as latas de alumínio estão identificadas por dois símbolos impressos no rótulo, que já são um padrão utilizado pelas indústrias: um deles é o “AL” circundado por duas setas, e o outro é a figura de uma lata, com a inscrição “Recicle Alumínio”. Caso não haja nenhum desses símbolos e você permaneça com dúvidas, pode utilizar um ímã, se ele prender no metal, a lata não é de alumínio.

Vale a pena reciclar somente uma lata?
Sim. Vale a pena reciclar qualquer que seja a quantidade de latas. Para se ter noção, a reciclagem de uma única latinha de alumínio pode economizar energia elétrica suficiente para manter ligado um aparelho de TV durante três horas.

Como a lata deve ser preparada para a reciclagem?
A lata é 100% reciclável, ou seja, não é necessário retirar nenhuma parte dela para a reciclagem, nem mesmo o anel. Para facilitar o processo de reciclagem, a lata deve estar vazia e livre de impurezas (tais como restos de comida, de papel, pontas de cigarros, dentre outros resíduos).

O que mudou com a entrada das latas nos processos de reciclagem?
As latas ajudaram a organizar o ciclo da reciclagem, desde a coleta da lata vazia até sua transformação em nova lata. Além disso, incentivou o surgimento de mercados alternativos (como a fabricação de prensas especiais para latas) e a modernização de fornos industriais para refusão de sucata, gerando mais empregos e remuneração mais justa para os catadores de rua.

O lacre da lata é mais valioso que a lata em si?
Não, isso é uma lenda urbana. A sucata é paga de acordo com o peso, não importando se é o corpo ou o lacre da lata. Portanto, o valor é exatamente o mesmo.

(Fonte: Abal – Associação Brasileira do Alumínio)

Alumínio – sem sombra de dúvida, o melhor tipo de embalagem

maio 18, 2010

A reciclabilidade é um dos atributos mais importantes do alumínio, pois é um material que pode ser produzido infinitas vezes, sem perder suas qualidades no processo de reaproveitamento, ao contrário de outros. Esta característica possibilita uma combinação única de vantagens para o alumínio, destacando-se, além da proteção ambiental e economia de energia, o papel multiplicador na cadeia econômica – o exemplo mais visível é o da latinha de alumínio, que transforma-se novamente em lata após a coleta e refusão, sem que haja limites para seu retorno ao ciclo de produção.

A reciclagem de alumínio é feita tanto a partir de sobras do próprio processo de produção, quanto de sucata gerada por produtos com vida útil esgotada. Este reaproveitamento de sobras do processo pode ocorrer tanto interna como externamente, por meio de terceiros ou refusão própria. E representa uma grande economia de energia e matéria-prima, refletindo-se em aumento da produtividade e redução da sucata industrial.

A reciclagem acabou sendo algo que não conseguimos dissociar da produção de alumínio, pois as empresas sempre tiveram a preocupação de reaproveitar retalhos de chapas, perfis e laminados, entre outros materiais gerados durante o processo de fabricação. Porém, a reciclagem de produtos com vida útil esgotada depende do tempo gasto entre seu nascimento, consumo e descarte. Isto é chamado de ciclo de vida de um produto, que pode ser de 45 dias, como no caso da lata, ou até mais de 40 anos, no caso de cabos de alumínio para transmissão de energia elétrica. Mas em qualquer caso, o alumínio pode ser reciclado infinitas vezes.

Quanto mais curto for o ciclo de vida de um produto de alumínio, mais rápido será o seu retorno à reciclagem. Por isso, os volumes de reciclagem da indústria alcançaram índices expressivos com a entrada da lata de alumínio no mercado.

O ciclo médio de vida de uma lata de alumínio é de 30 dias, desde sua colocação na prateleira do supermercado, até seu retorno reciclada.

A força do alumínio na economia

Em 2000 o índice de reciclagem de latas de alumínio no Brasil atingiu a marca de 78%, o segundo maior do mundo, superado apenas pelo Japão. E isso foi determinante para a expansão de um setor quase sempre marginalizado na economia, o da coleta e comercialização de sucata, que movimenta grandes volumes e valores respeitáveis. Essa atividade assume um papel multiplicador na cadeia econômica, que reúne desde empresas produtoras de alumínio e seus parceiros, até recicladores, sucateiros e fornecedores de insumos e equipamentos para a indústria de reciclagem.

Trata-se de um setor que tem estimulado o desenvolvimento de novos segmentos, como o de fabricantes de máquinas para amassar latas, prensas e coletores e que atrai a atenção de ambientalistas e gestores de instituições públicas e privadas envolvidos no desafio do tratamento e reaproveitamento de resíduos e também beneficia milhares de pessoas, que retiram da coleta e reciclagem sua renda familiar. Hoje o mercado brasileiro de sucata de lata de alumínio movimenta hoje mais de US$100 milhões anuais.

Reflexos Ambientais e Sociais

A reciclagem de alumínio acabou criando uma cultura de combate ao desperdício, que difunde e estimula o hábito do reaproveitamento de materiais, com reflexos positivos na formação da cidadania e no interesse pela melhoria da qualidade de vida da população. O alto valor agregado do alumínio desencadeia um benefício indireto para outros setores, como o plástico e o papel. A valorização do alumínio para o sucateiro torna atraente sua associação com coletas de outros materiais de baixo valor agregado e grande impacto ambiental. Além disso, a perspectiva de reaproveitamento permanente chama a atenção da sociedade por produtos e processos limpos, criando um comportamento mais renovável em relação ao meio ambiente brasileiro.

Em 2002, o Brasil reciclou 253.500 toneladas de alumínio, equivalente a 35% do consumo doméstico, ficando acima da média mundial de 33%. Além disso, o país lidera a reciclagem de latas de alumínio, tendo alcançado o índice de 87%, mantendo o País como campeão na reciclagem de latas de alumínio entre os países onde esta atividade não é obrigatória por lei, posição conquistada em 2001, quando o índice brasileiro alcançou 85% e superou o do Japão, que liderava o ranking até então.

O índice de 87% corresponde a um volume de 121,1 mil toneladas de latas de alumínio, ou 9 bilhões de unidades, aproximadamente. Os números indicam um crescimento de 2,6% sobre o volume coletado em 2001, que foi de 118,0 mil toneladas (aproximadamente, 8,7 bilhões de unidades). Desde 1998, quando ultrapassou pela primeira vez o índice dos Estados Unidos (63% contra 55%), o índice brasileiro vem apresentando crescimento médio de 10% ao ano.

A reciclagem de latas de alumínio envolve mais de 2.000 empresas de sucata, de fundição secundária de metais, transportes e crescentes parcelas da população, representando todas as camadas sociais – dos catadores até classes mais altas. As latas coletadas são recicladas e transformadas em novas latas, com grande economia de matéria-prima e energia elétrica.

A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita (minério de onde se produz o alumínio) são poupados. Para se reciclar uma tonelada de alumínio, gasta-se somente 5% da energia que seria necessária para se produzir a mesma quantidade de alumínio primário, ou seja, a reciclagem do alumínio proporciona uma economia de 95% de energia elétrica. A reciclagem da lata representa uma enorme economia de energia: para produzir o alumínio são necessários 17,6 mil kw. Para reciclar, 700 kw. A diferença é suficiente para abastecer de energia 160 pessoas durante um mês.

Hoje, em apenas 30 dias uma latinha de alumínio pode ser comprada no supermercado, jogada fora, reciclada e voltar às prateleiras para o consumo. A reciclagem de latinhas é um ato moderno e civilizado que reflete um alto grau de consciência ambiental alcançado pela população e demonstra a junção de esforços de todos os segmentos da sociedade, das indústrias de alumíno até o consumidor, passando pelos fabricantes de bebidas. Os reflexos da atividade contribuem de várias maneiras para elevar o nível de qualidade de vida das cidades brasileiras.

A reciclagem de alumínio e alguns dados sobre esse processo no Brasil

>> O Brasil é octacampeão na reciclagem de latas de alumínio em países onde a reciclagem de embalagens não é obrigatória por lei. O país, desde 2005, ultrapassou a barreira dos 96% das latas disponíveis no país, o que equivale a 127,6 mil toneladas de latas. Desde então, o país vem sendo seguido pelo Japão, Argentina e Estados Unidos.

>> Embora este índice seja alto, não podemos nos esquecer de que ele é tão expressivo graças ao 1 milhão de pessoas catando sucatas nas ruas do Brasil. Graças ao processo de reciclagem essas pessoas tem acesso a renda, pois em geral não possuem formação suficiente para se adequar ao mercado de trabalho.
>> Entre 2000 e 2005, subiu de 10% para 24%, a participação de clubes e condomínios na coleta de alumínio, mostrando um maior engajamento da classe média.

Mais dicas de utilização do papel alumínio na cozinha

abril 22, 2010

Acompanhe no nosso blog mais dicas para melhor utilização do papel alumínio na culinária.

Saiba como utilizar o papel alumínio na culinária

abril 20, 2010

Você sabe porque o papel alumínio tem os dois lados diferentes? Se não sabe, nós vamos te explicar e de quebra ensinar uma receita.

O alumínio é prejudicial à saúde?

abril 13, 2010

Todos sabemos que o alumínio é hoje uma das matérias primas mais usadas em todo mundo, e que seu poder de reciclabilidade é imenso. Mas será que ele é nocivo à saúde? Todos os estudos realizados até hoje mostram que o alumínio a que estamos expostos diariamente não causa nenhum dano à saúde humana. O nosso organismo tem eficientes barreiras no trato gastrointestinal, nos pulmões e na pele, além da barreira hematoencefálica, que praticamente impedem a absorção do metal.

O alumínio é o terceiro elemento que se encontra em quantidade na natureza, depois do oxigênio e do silício, e representa 8% da crosta terrestre. Assim, esse metal está presente em nossas vidas de diversas formas, sejam naturais ou manufaturadas, pois estamos expostos ao alumínio do solo, da água, do ar, nos alimentos e em alguns remédios prescritos para o tratamento de úlceras gástricas.

O alumínio é utilizado inclusive na prevenção de doenças, contribuindo decisivamente no aumento da provisão de água potável: o sulfato de alumínio é usado como floculante nas estações de tratamento de água, onde age aglutinando pequenas partículas indesejáveis, além de organismos e bactérias prejudiciais à saúde, o que facilita a sua eliminação.

E não é apenas no ambiente externo que o alumínio nos é familiar. Sua ocorrência em todos os órgãos, tecidos e fluídos do corpo humano demonstra que convivemos com o alumínio desde o nascimento.

A Organização Mundial de Saúde – OMS recomenda em seu Manual de Potabilidade uma taxa de 200 microgramas por litro de água, unicamente em função do efeito visual de turbidez provocado pelo uso de sulfato de alumínio nos reservatórios para tratamento de água.

Alumínio: reciclável inúmeras vezes

abril 9, 2010

A palavra de ordem no mundo moderno é : RECICLAGEM, e o Alumínio é o primeiro nome lembrado quando o assunto é reciclagem. A reciclabilidade é um dos principais atributos do alumínio e reforça a vocação de sua indústria para a sustentabilidade em termos econômicos, sociais e ambientais. O alumínio pode ser reciclado infinitas vezes, sem perder suas características no processo de reaproveitamento, ao contrário de outros materiais.

O alumínio pode ser reciclado tanto a partir de sucatas geradas por produtos de vida útil esgotada, como de sobras do processo produtivo. Utensílios domésticos, latas de bebidas, esquadrias de janelas, componentes automotivos, entre outros, podem ser fundidos e empregados novamente na fabricação de novos produtos. Pelo seu valor de mercado, a sucata de alumínio permite a geração de renda para milhares de famílias brasileiras envolvidas da coleta à transformação final da sucata.

A reciclagem do alumínio representa uma combinação única de vantagens. Economiza recursos naturais, energia elétrica – no processo, consome-se apenas 5% da energia necessária para produção do alumínio primário -, além de oferecer ganhos sociais e econômicos.

Assim, com a reciclagem do alumínio ganha o país, os cidadãos e o meio ambiente.

A Wyda é uma empresa com certificado verde e que apóia e recicla 100% de seu material.

Tire suas dúvidas sobre a utilização do alumínio na cozinha: Parte 2

abril 5, 2010

Como prometido, vamos dar continuidade a nossa série sobre a utilização do alumínio na cozinha. Só aqui no blog da Wyda você tira suas dúvidas.

Por que o alumínio oxida, e as vezes chega a furar, em contato com alguns alimentos? O alimento em contato com o alumínio oxidado traz algum dano à saúde? Ex. se uma lazanha coberta com papel alumínio em perfeitas condições for congelada por 60 dias e ao ser descongelada e aquecida no forno perceber-se que o papel alumínio está oxidado, apresentando cor escura e pequenos furos,ela poderá ser consumida?

Na realidade, a oxidação do alumínio se dá devido aos contato com a umidade do congelador. O tipo de alumínio mais sujeito à oxidação é o rolinho doméstico pois trata-se de uma folha com espessura muito fina e sem nenhuma proteção em sua superfície, ao contrário do material utilizado em pratos e bandejas descartáveis, que além de ter maior espessura tem a proteção de um lubrificante na superfície. O alumínio é um metal inerte e por isso o contato do alimento com alumínio oxidado não traz prejuizos à saúde.

O alumínio pode ir ao forno de microondas?
Como as paredes do forno são metálicas, o alumínio não deve esbarrar nelas com o microondas funcionado, para que não surja um arco voltaico, conhecido como “faiscamento”. Se o microondas tiver uma grelha para dourar, que também é metálica o mesmo cuidado se aplica, não devendo o alumínio tocá-la diretamente. Portanto, utilizando de forma correta, as embalagens de alumínio podem ser utlizadas no microondas, principalmente pela conveniência de irem diretamente do freezer para o forno, e, é no forno microondas que o alumínio mostra algumas de suas caracteristicas mais interessantes. (O ponto básico em relação às microondas é que elas não atravessam superfícies metálicas, sendo, ao contrário, refletidas, pois o alumínio é um excelente condutor de temperatura)
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