Dúvidas sobre como colaborar com a reciclagem de alumínio

junho 28, 2010

Baseado no post sobre a utilização das embalagens de alumínio, resolvemos agora buscar informações para esclarecer as dúvidas mais frequentes em relação à reciclagem de alumínio, desmentindo alguns mitos e facilitando o processo de separação do material por cada um de nós.

Por que é importante reciclar o alumínio?
Porque a reciclagem do alumínio traz benefícios para o meio ambiente e para o País, pois economiza matéria-prima, energia elétrica e reduz o volume de lixo enviado aos aterros sanitários. Além disso, gera renda permanente para milhares de pessoas, reduzindo o impacto social do desemprego.

O que devemos fazer com as embalagens descartáveis (como por exemplo, as quentinhas)?
Preferencialmente, deve-se lavar essas embalagens para que sejam retirados os resíduos de alimentos. Depois disso coloque-as junto com os demais metais, ou então entregue-as em um posto de coleta seletiva, ou mesmo para algum sucateiro que recolha esse material próximo da sua casa.

Como identificar as latas que de fato são de alumínio?
Há algumas maneiras. Geralmente, as latas de alumínio estão identificadas por dois símbolos impressos no rótulo, que já são um padrão utilizado pelas indústrias: um deles é o “AL” circundado por duas setas, e o outro é a figura de uma lata, com a inscrição “Recicle Alumínio”. Caso não haja nenhum desses símbolos e você permaneça com dúvidas, pode utilizar um ímã, se ele prender no metal, a lata não é de alumínio.

Vale a pena reciclar somente uma lata?
Sim. Vale a pena reciclar qualquer que seja a quantidade de latas. Para se ter noção, a reciclagem de uma única latinha de alumínio pode economizar energia elétrica suficiente para manter ligado um aparelho de TV durante três horas.

Como a lata deve ser preparada para a reciclagem?
A lata é 100% reciclável, ou seja, não é necessário retirar nenhuma parte dela para a reciclagem, nem mesmo o anel. Para facilitar o processo de reciclagem, a lata deve estar vazia e livre de impurezas (tais como restos de comida, de papel, pontas de cigarros, dentre outros resíduos).

O que mudou com a entrada das latas nos processos de reciclagem?
As latas ajudaram a organizar o ciclo da reciclagem, desde a coleta da lata vazia até sua transformação em nova lata. Além disso, incentivou o surgimento de mercados alternativos (como a fabricação de prensas especiais para latas) e a modernização de fornos industriais para refusão de sucata, gerando mais empregos e remuneração mais justa para os catadores de rua.

O lacre da lata é mais valioso que a lata em si?
Não, isso é uma lenda urbana. A sucata é paga de acordo com o peso, não importando se é o corpo ou o lacre da lata. Portanto, o valor é exatamente o mesmo.

(Fonte: Abal – Associação Brasileira do Alumínio)

Papel alumínio na culinária – Shimeji

junho 25, 2010

Aqui uma receita para os amantes da culinária japonesa. Além de ser leve, saudável é muito fácil de preparar.

Ingredientes
– 1 xícara de chá de shimeji
– 2 colheres de sopa de shoyu
– 100 ml de saquê
– 1 colher de café de glutamato monossódico

Acessórios
– Quanto necessário de papel alumínio

Modo de preparo
Faça um pratinho com o papel-alumínio levantando as beiradas. Coloque o shimeji no centro e então junte o shoyu e o saquê. Feche as beiradas no centro, sem amassar o alumínio. Leve ao forno até que o shimeji esteja molinho. Retire do forno, enrole as beiradas para fora, fazendo como que um pratinho. Coloque esse pratinho de papel alumínio num prato refratário. Coloque álcool em volta e coloque fogo na hora de servir.

Atenção: Só um pouquinho de álcool!

Dúvidas sobre a utilização de alumínio em embalagens

junho 24, 2010

Muitas dúvidas ainda cercam os consumidores a respeito das embalagens de alumínio, principalmente quando se trata do acondicionamento de alimentos, por isso, resolvemos selecionar algumas e esclarecê-las.

As embalagens descartáveis de alumínio podem ser utilizadas com segurança no forno microondas?
Estudos elaborados por institutos de tecnologia e laboratórios independentes nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Dinamarca, Suíça e também no Brasil consideram seguro seu uso, dentro dos padrões de segurança. Sua utilização já foi testada em cozinhas experimentais em todo o mundo e atestada como segura.

Como surgiram as dúvidas a respeito da segurança desse tipo uso?
Esse questionamento surgiu na década de 1970, quando os aparelhos ainda não ofereciam plena segurança contra o reflexo das microondas. Entretanto, em 1980, a Associação dos Fabricantes de Embalagens de Alumínio dos Estados Unidos divulgou dados de uma pesquisa que mostrou a segurança dos novos fornos, desde que fossem seguidas pequenas observações.

Pode-se reaquecer na embalagem descartável de alumínio sobras de alimentos que já foram parcialmente consumidos?
Para se obter um aquecimento uniforme, não é aconselhável usar a embalagem descartável de alumínio quando apenas parte de seu conteúdo está ocupado.

Refeições congeladas geralmente são fornecidas em embalagens descartáveis de alumínio, depois de descongeladas no microondas, elas podem voltar ao freezer?
Nenhum alimento deve ser recongelado, pois comprometeria sua qualidade, independente da embalagem utilizada.

O que se deve fazer para obter melhores resultados ao utilizar embalagens descartáveis de alumínio no forno de microondas?
Não permitir que o alumínio encoste nas paredes do aparelho, mantendo a distância mínima de 3 cm e retirar a tampa de alumínio das embalagens antes de levá-las ao forno. Também é recomendável que o alimento na embalagem ocupe uma altura de até 3,5 cm. É importante que ele ocupe todo o conteúdo da embalagem.

Qual a correta utilização do papel alumínio em contato com os alimentos?
O lado brilhante da folha, por ter uma rugosidade menor (mais liso), propicia menor aderência de alimentos e substâncias na sua superfície, além do que seu índice de refletividade ao calor é maior o que pode aumentar um pouco o tempo de cocção dos alimentos. Por isso, o ideal é utilizar-se o lado brilhante para dentro para melhor aproveitamento da fonte de calor. Mas, o fato de se utilizar um lado ou outro em contato com alimentos não ocasiona qualquer prejuízo no cozimento ou conservação.

Caso tenha alguma dúvida que não foi respondida nesse post, mande-a para gente aqui pelo sistema de comentários e procuraremos respondê-la da maneira mais rápida possível.

(Fonte: Abal – Associação Brasileira do Alumínio)

Vantagens da embalagem de alumínio

junho 22, 2010

A edição desse mês da Revista Alumínio traz uma matéria falando sobre as diversas vantagens de se utilizar embalagens de alumínio. E, é claro, que não poderia deixar de ouvir a opinião de Roberto Carvalho, diretor do Grupo Wyda, que fala um pouco sobre como é a experiência do grupo em relação à produção das embalagens.

Abaixo em destaque um trecho da matéria:

“Nós compramos o alumínio em bobinas e fazemos o processamento. Essas bobinas se transformam em embalagens e em rolos de alumínio”, explica Roberto Carvalho, diretor do Grupo Wyda, que compra nove mil toneladas anuais de alumínio para atender aos seus mais de 10 mil clientes.

O sucesso das inspirações internacionais também têm atraído os empresários da Wyda, fabricante de embalagens descartáveis de alumínio para alimentos. “Nos baseamos em embalagens que são sucesso na Europa e nos Estados Unidos e as adaptamos ao mercado brasileiro. Nós visitamos muitas feiras internacionais atrás de novidades e estamos sempre em contato com clientes potenciais, que puxam o mercado e ditam moda”, destaca Carvalho. O Grupo Wyda utiliza 700 toneladas de alumínio por mês para a produção de embalagens, e desenvolve as próprias máquinas e ferramentas. “Embalagem em alumínio é a única da qual você consegue fazer todos os processos: armazenar, transportar, levar ao forno, ao micro-ondas, à mesa, usar, jogar fora e reciclar. Além disso, o alumínio é condutor de calor e você acaba economizando energia”, ressalta.

Para ler a entrevista na íntegra basta clicar aqui.

Papel alumínio na culinária – Legumes Assados

junho 18, 2010

Essa é uma maneira muito saudável de cozinhar legumes, além de sujar pouca louça. Cada porção tem 223 calorias. É importante ressaltar: Abra os pacotes com cuidado ao terminarem de cozinhar, pois os legumes ficam muito quentes!

Ingredientes
– 1 kg de batatas cortadas em fatias finas
– 1 batata doce grande cortada em fatias finas
– 2 cebolas ortadas em fatias de 0,6 cm de espessura
– 230 g de vagens frescas cortadas em pedaços de 2 cm
– 1 raminho de alecrim fresco
– 1 raminho de tomilho fresco
– 2 colheres de sopa de azeite de oliva
– Sal e pimenta a gosto
– Azeite de oliva para untar o papel-alumínio

Acessórios
– 3 ou 4 pedaços de 30×30 cm de papel-alumínio

Modo de preparo
Pré-aqueça o forno em temperatura alta. Em uma tigela grande misture a batata, a batata doce, a cebola doce, a vagem, o alecrim e o tomilho. Acrescente 2 colheres de sopa de azeite, sal e pimenta para temperar. Usando 2 ou 3 folhas de papel alumínio, prepare o número que quiser de pacotes. Pincele a parte de dentro dos pacotes com o restante do azeite. Distribua a mistura de legumes uniformemente entre os pacotes. Vede-os bem. Coloque os pacotes no forno já aquecido. Cozinhe por 30 minutos, virando uma vez no meio do processo, ou até que as batatas amoleçam.

Agora é só servir e saborear mais essa delícia preparada com o auxílio do papel-alumínio.

Em maio foram produzidas mais de 130 mil toneladas de alumínio primário

junho 16, 2010

De acordo com a Abal (Associação Brasileira do Alumínio), no mês de maio deste ano a produção de alumínio primário cresceu 1,4% em relação a maio de 2009.

Segundo a entidade, foram produzidas um total de 130,9 mil toneladas de alumínio primário no mês de maio. No acumulado do ano, o setor produziu 634,6 mil toneladas, que representa um volume 1,6% menor que o produzido no mesmo período em 2009.

Conheça um pouco sobre a História da Indústria do Alumínio

junho 14, 2010

O alumínio é um material derivado da bauxita, que é um mineral natural um tipo de lama, bem abundante na Terra. A bauxita é o terceiro mineral mais abundante na natureza e mesmo assim tornou-se uma recurso natural muito valorizado. 90% do minerio extraido destina-se a fabricação de alumínio, mas o processo continua sendo muito caro, pois são necessarios 5 toneladas de bauxita para produzir 1 tonelada de alumínio. E com o alumínio são produzidos uma infinidade de produtos: latas, esquadria, componentes de carros, aviões, panelas, estruturas de edifícios etc.

O alumínio foi descoberto no século XIX, Em 1824, pelo dinamarquês Hans Christian Oersted, que conseguiu isolar esse elemento químico. Passados 30 anos, em 1854, o cientista francês Henry Sainte-Claire Deville, conseguiu a obtê-lo por processo químico – usando cloreto duplo de alumínio e sódio fundido. Já em 1886, o americano Charles Martin Hall e o francês Paul Louis Toussaint Héroult descobriram e patentearam, quase simultaneamente, o processo de obtenção de alumínio por meio de corrente elétrica. O processo de eletrólise ficou conhecido como Hall-Heróult.

O motivo do sucesso comercial do alumínio em todo o mundo está nas características físicas do metal, pois não enferruja como o aço, além de ser bem mais leve e também muito mais maleável. Por conta disso, o alumínio deixou de ser apenas o metal nobre que era utilizado em utensílios domésticos sofisticados para a nobreza ou mesmo em obras de arte e passou a ser um metal usado em milhares de produtos em pouco menos de um século.

No ano de 1917, a indústria do metal alcançou seu primeiro milhão de toneladas. Mas a partir de 1950, o aumento se deu em grande escala. Nos dias de hoje, a indústria de alumínio coloca mais de 35 milhões de toneladas do produto no mundo todo, que são distribuídos em diversos tipos de sub-indústria. A escala é bem grande e a estrutura da indústria é altamente globalizada. As maiores jazidas de bauxita estão nos países tropicais ou subtropicais, como Brasil, Austrália, África e Estados Unidos, que são alguns dos locais onde a indústria extrativista de minério é forte.

Ao todo, são 46 países que extraem a bauxita, transformam em alumina e depois em alumínio. Já as indústrias que moldam, usinam e fundem o alumínio estão espalhadas por todo o planeta. Tanto em países altamente industrializados como o Japão ou mesmo grandes centros industriais dos países em desenvolvimento.

Um dado interessante é que entre as décadas de 1970 e 2000, a indústria de latas de alumínio no Brasil teve sua produtividade aumentada em 51%. No início da década de 70, com um quilo de alumínio era possível produzir 49 latas. Atualmente, com a mesma quantidade de alumínio se produz 74 latas. Esse quadro se repete em vários setores dessa cadeia produtiva e só tende a melhorar.

Papel alumínio na culinária – receita de bifes empacotados

maio 21, 2010

Ingredientes

– 1kg de alcatra ou coxão mole cortado em bifes
– 1 envelope de sopa de cebola
– 2 cenouras médias descascadas
– 2 batatas médias descascadas
– 4 colheres (sopa) de manteiga
– Sal a gosto

Acessórios

– 1 rolo de papel-alumínio

Modo de preparo

Pré-aqueça o forno em temperatura alta (200º). Corte em quadrados de papel alumínio (de preferência do mais grosso; se for usar o mais fino, use-o dobrado). Coloque 1 ou 2 bifes sobre cada quadrado. Polvilhe com um pouco da sopa de cebola (sem preparar, do jeito que está no pacote). Cubra com duas cenouras e duas batatas cortadas em rodelas. Por cima, coloque 1 colher (sopa) de manteiga partida em pedacinhos. Polvilhe com um pouco de sal. Dobre as pontas do papel alumínio, fechando bem o “pacote”. Coloque numa assadeira e asse no forno pré aquecido por 1 hora ou até a carne ficar macia e os legumes cozidos.

Rendimento: 4 porções.

Alumínio – sem sombra de dúvida, o melhor tipo de embalagem

maio 18, 2010

A reciclabilidade é um dos atributos mais importantes do alumínio, pois é um material que pode ser produzido infinitas vezes, sem perder suas qualidades no processo de reaproveitamento, ao contrário de outros. Esta característica possibilita uma combinação única de vantagens para o alumínio, destacando-se, além da proteção ambiental e economia de energia, o papel multiplicador na cadeia econômica – o exemplo mais visível é o da latinha de alumínio, que transforma-se novamente em lata após a coleta e refusão, sem que haja limites para seu retorno ao ciclo de produção.

A reciclagem de alumínio é feita tanto a partir de sobras do próprio processo de produção, quanto de sucata gerada por produtos com vida útil esgotada. Este reaproveitamento de sobras do processo pode ocorrer tanto interna como externamente, por meio de terceiros ou refusão própria. E representa uma grande economia de energia e matéria-prima, refletindo-se em aumento da produtividade e redução da sucata industrial.

A reciclagem acabou sendo algo que não conseguimos dissociar da produção de alumínio, pois as empresas sempre tiveram a preocupação de reaproveitar retalhos de chapas, perfis e laminados, entre outros materiais gerados durante o processo de fabricação. Porém, a reciclagem de produtos com vida útil esgotada depende do tempo gasto entre seu nascimento, consumo e descarte. Isto é chamado de ciclo de vida de um produto, que pode ser de 45 dias, como no caso da lata, ou até mais de 40 anos, no caso de cabos de alumínio para transmissão de energia elétrica. Mas em qualquer caso, o alumínio pode ser reciclado infinitas vezes.

Quanto mais curto for o ciclo de vida de um produto de alumínio, mais rápido será o seu retorno à reciclagem. Por isso, os volumes de reciclagem da indústria alcançaram índices expressivos com a entrada da lata de alumínio no mercado.

O ciclo médio de vida de uma lata de alumínio é de 30 dias, desde sua colocação na prateleira do supermercado, até seu retorno reciclada.

A força do alumínio na economia

Em 2000 o índice de reciclagem de latas de alumínio no Brasil atingiu a marca de 78%, o segundo maior do mundo, superado apenas pelo Japão. E isso foi determinante para a expansão de um setor quase sempre marginalizado na economia, o da coleta e comercialização de sucata, que movimenta grandes volumes e valores respeitáveis. Essa atividade assume um papel multiplicador na cadeia econômica, que reúne desde empresas produtoras de alumínio e seus parceiros, até recicladores, sucateiros e fornecedores de insumos e equipamentos para a indústria de reciclagem.

Trata-se de um setor que tem estimulado o desenvolvimento de novos segmentos, como o de fabricantes de máquinas para amassar latas, prensas e coletores e que atrai a atenção de ambientalistas e gestores de instituições públicas e privadas envolvidos no desafio do tratamento e reaproveitamento de resíduos e também beneficia milhares de pessoas, que retiram da coleta e reciclagem sua renda familiar. Hoje o mercado brasileiro de sucata de lata de alumínio movimenta hoje mais de US$100 milhões anuais.

Reflexos Ambientais e Sociais

A reciclagem de alumínio acabou criando uma cultura de combate ao desperdício, que difunde e estimula o hábito do reaproveitamento de materiais, com reflexos positivos na formação da cidadania e no interesse pela melhoria da qualidade de vida da população. O alto valor agregado do alumínio desencadeia um benefício indireto para outros setores, como o plástico e o papel. A valorização do alumínio para o sucateiro torna atraente sua associação com coletas de outros materiais de baixo valor agregado e grande impacto ambiental. Além disso, a perspectiva de reaproveitamento permanente chama a atenção da sociedade por produtos e processos limpos, criando um comportamento mais renovável em relação ao meio ambiente brasileiro.

Em 2002, o Brasil reciclou 253.500 toneladas de alumínio, equivalente a 35% do consumo doméstico, ficando acima da média mundial de 33%. Além disso, o país lidera a reciclagem de latas de alumínio, tendo alcançado o índice de 87%, mantendo o País como campeão na reciclagem de latas de alumínio entre os países onde esta atividade não é obrigatória por lei, posição conquistada em 2001, quando o índice brasileiro alcançou 85% e superou o do Japão, que liderava o ranking até então.

O índice de 87% corresponde a um volume de 121,1 mil toneladas de latas de alumínio, ou 9 bilhões de unidades, aproximadamente. Os números indicam um crescimento de 2,6% sobre o volume coletado em 2001, que foi de 118,0 mil toneladas (aproximadamente, 8,7 bilhões de unidades). Desde 1998, quando ultrapassou pela primeira vez o índice dos Estados Unidos (63% contra 55%), o índice brasileiro vem apresentando crescimento médio de 10% ao ano.

A reciclagem de latas de alumínio envolve mais de 2.000 empresas de sucata, de fundição secundária de metais, transportes e crescentes parcelas da população, representando todas as camadas sociais – dos catadores até classes mais altas. As latas coletadas são recicladas e transformadas em novas latas, com grande economia de matéria-prima e energia elétrica.

A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita (minério de onde se produz o alumínio) são poupados. Para se reciclar uma tonelada de alumínio, gasta-se somente 5% da energia que seria necessária para se produzir a mesma quantidade de alumínio primário, ou seja, a reciclagem do alumínio proporciona uma economia de 95% de energia elétrica. A reciclagem da lata representa uma enorme economia de energia: para produzir o alumínio são necessários 17,6 mil kw. Para reciclar, 700 kw. A diferença é suficiente para abastecer de energia 160 pessoas durante um mês.

Hoje, em apenas 30 dias uma latinha de alumínio pode ser comprada no supermercado, jogada fora, reciclada e voltar às prateleiras para o consumo. A reciclagem de latinhas é um ato moderno e civilizado que reflete um alto grau de consciência ambiental alcançado pela população e demonstra a junção de esforços de todos os segmentos da sociedade, das indústrias de alumíno até o consumidor, passando pelos fabricantes de bebidas. Os reflexos da atividade contribuem de várias maneiras para elevar o nível de qualidade de vida das cidades brasileiras.

A reciclagem de alumínio e alguns dados sobre esse processo no Brasil

>> O Brasil é octacampeão na reciclagem de latas de alumínio em países onde a reciclagem de embalagens não é obrigatória por lei. O país, desde 2005, ultrapassou a barreira dos 96% das latas disponíveis no país, o que equivale a 127,6 mil toneladas de latas. Desde então, o país vem sendo seguido pelo Japão, Argentina e Estados Unidos.

>> Embora este índice seja alto, não podemos nos esquecer de que ele é tão expressivo graças ao 1 milhão de pessoas catando sucatas nas ruas do Brasil. Graças ao processo de reciclagem essas pessoas tem acesso a renda, pois em geral não possuem formação suficiente para se adequar ao mercado de trabalho.
>> Entre 2000 e 2005, subiu de 10% para 24%, a participação de clubes e condomínios na coleta de alumínio, mostrando um maior engajamento da classe média.

Papel alumínio na culinária – receita de Peixe Assado

maio 14, 2010

Entre as milhares de utilidades do papel alumínio, no nosso dia-a-dia um dos principais é o uso do mesmo na cozinha. É um material que tem uma infinidades de uso – preparo de alimentos, acondicionamento dos mesmos no refrigerador, embalagem para transportá-lo de um lugar a outro etc.

Por isso vamos começar com uma sessão semanal, onde todas as sextas publicaremos receitas que utilizam o papel alumínio no preparo dos alimentos. Vamos começar hoje com uma deliciosa receita de peixe assado. Então vamos a ela:

Ingredientes
· 4 filés de peixe de carne branca (anchova)
· 1 colher (chá) de sal
· 4 colheres (sopa) de saquê
· 2 talos de salsão cortados em tiras diagonais
· 4 cogumelos shimeji lavados e cortados em tiras
· 4 cogumelos shitake
· 4 mexilhões sem a concha
· Cenoura, cebolinha e outros legumes de sua preferência

Acessórios
· 4 folhas de papel-alumínio

Modo de preparo
Tempere os filés com metade do sal e o saquê. Umedeça as folhas de alumínio com saquê e coloque o peixe no cento. Distribua os legumes e os mariscos em volta do peixe e tempere-os com o restante do sal. Dobre as folhas de alumínio e faça pacotinhos bem fechados. Cozinhe no vapor por 15 minutos.

Dica: Se preferir, distribua-os sobre uma bandeja e leve ao forno em temperatura média pelo mesmo tempo.

Preparo: Rápido – até 30 minutos
Rendimento: 4 porções
Dificuldade: Fácil
Calorias: 210 por porção