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Atividades lúdicas ensinam crianças os benefícios da reciclagem

outubro 26, 2010

A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) organiza no dia 31 de outubro, domingo, uma tarde de muita diversão e conscientização ambiental para as crianças que estiverem na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, Zona Oeste de São Paulo. O tema da brincadeira: a importância da reciclagem do alumínio para o meio ambiente.

A partir das 14h e até 20h, jogos e brincadeiras ambientais colocarão a criançada em movimento enquanto aprendem mais sobre produtos de alumínio e reciclagem. Enquanto isso, uma dupla de contadores de histórias e o grupo Ciranda de Cantigas  mostrarão por que a reciclagem é tão importante para o planeta, por meio de histórias, apresentações musicais e teatro de bonecos. As atividades são gratuitas.

“Queremos mostrar para as crianças, que elas terão, no futuro, um papel muito importante na preservação do meio ambiente, e que a reciclagem das latas de alumínio pode contribuir bastante para esse processo”, explica Henio De Nicola, coordenador da Comissão de Reciclagem da ABAL.

Serviço

Atividades lúdicas ensinam crianças sobre a importância da reciclagem

Dia e horário: 31 de outubro de 2010, domingo – das 14h às 18h

Local: Livraria Cultura – Shopping Villa Lobos, setor infantil e auditório

Endereço: Av. das Nações Unidas, 4777 | Pinheiros, Zona Oeste | São Paulo

Entrada franca

Fonte: http://www.abal.org.br

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Consumo de alumínio deve crescer 21% em 2010

abril 15, 2010

A Associação Brasileira do Alumínio divulgou o desempenho do mercado brasileiro do alumínio no ano de 2009. De acordo com a entidade, o consumo doméstico de produtos transformados de alumínio, no ano passado, foi de 1.007,9 mil toneladas, o que corresponde a uma queda de 10,6% em relação as 1.127 mil toneladas consumidas em 2008.

Mesmo com a queda, que interrompeu uma série de cinco anos contínuos de crescimento, nota-se que o consumo apresentou uma recuperação gradual a cada trimestre. No último trimestre de 2009, por exemplo, o volume consumido foi 6,3% maior que o registrado no mesmo período do ano de 2008, quando nossa economia sentiu os primeiros sinais da crise econômico-financeira.

Para 2010, a ABAL prevê um retorno do mercado interno aos níveis de 2008 e estima um consumo de 1.221,9 mil toneladas, alavancado, principalmente, pelos produtos Chapas (+19,8%), Extrudados (+24,5%) e Fundidos (+12,5%).

Como conciliar desenvolvimento e preservação ambiental?

março 23, 2010

O maior avanço a ser reconhecido atualmente é o engajamento do setor da construção civil, antes inerte, e que agora é capaz de gerar transformações sem precedentes na luta pela sustentabilidade do planeta.” Essa declaração do ex-secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo e fundador da organização governamental SOS Mata Atlântica, Fábio Feldman, foi feita em 2007, quando o setor começava a dar sinais de que realmente havia incorporado o compromisso com as questões ambientais. De lá para cá, o tema passou a ser discutido cada vez mais, tornando-se um desafio para todos os profissionais que atuam no segmento. Modismo? Não, consciência, que nesse caso pode significar também sobrevivência.

Segundo o relatório Buildings and the Climate Change 2007, publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente– Pnuma, a construção civil é responsável por 30% a 40% do uso global de energia. Consequentemente, figura entre os principais emissores de gás carbônico do planeta. O problema ganha proporções ainda maiores ao considerarmos que 75% dos recursos naturais extraídos do solo acabam em canteiros de obras. Por isso não há como desprezar um tema tão importante como esse, uma vez que tanto a cadeia produtiva de materiais quanto a execução das obras causam grande impacto ambiental.

As indústrias que atuam no segmento, especialmente aquelas ligadas à produção do alumínio, estão atentas ao fato e adotando medidas que visam a garantir a sustentabilidade dos negócios. Dados da Associação Brasileira do Alumínio (Abal) apontam que, no Brasil, as companhias não se limitam a cumprir a legislação e as normas em vigor. Mais do que isso, se antecipam às necessidades econômicas, ambientais e sociais, executando, por exemplo, o plantio de espécies nativas usadas para recompor a vegetação original das áreas mineradas, restaurando o bioma. A própria ABAL vem incentivando suas associadas a integrar o “Alumínio para Futuras Gerações”, programa de melhoria contínua da indústria mundial, controlado pelo International Aluminium Institute (IAI), contendo 13 princípios para as principais fases do ciclo de vida do material, entre eles a redução da emissão de poluentes e do consumo energético.

O alumínio é o terceiro elemento mais abundante na crosta terrestre e o Brasil detém a terceira maior reserva de bauxita do mundo, ficando atrás apenas da Guiné e da Austrália. Os estados de Minas Gerais e Pará concentram as principais áreas de extração. Sua obtenção é feita com a transformação do minério em alumina e, posteriormente, em alumínio, englobando um processo que exige máxima atenção por parte das indústrias que atuam no setor.

Nesse contexto, a reciclagem de resíduos industriais ou de produtos com vida útil esgotada é uma alternativa que ganha cada vez mais adeptos. Trata-se de um processo extremamente vantajoso em razão das propriedades do alumínio, que permitem reutilização contínua sem perder as principais características, como a leveza, a excelente condução termoelétrica, resistência à corrosão, entre outras. Há outro aspecto que precisa ser considerado em função do impacto positivo que provoca: a reciclagem contribui ainda para a inclusão social, já que muitos trabalhadores obtêm seu sustento recolhendo esse tipo de material. No Brasil, há nada menos do que 2.100 empresas e quase 4.000 trabalhadores diretamente ligados a esses processos.

Resultado: o País detém um dos mais eficientes ciclos de reciclagem de alumínio do mundo, com uma relação entre sucata recuperada e consumo doméstico de 37,8%, quando a média mundial é de 29,3%.

Embora ainda não exista um procedimento específico no que diz respeito à reciclagem de esquadrias, a utilização do alumínio na construção civil é sempre estimulada quando se fala na relação entre matéria-prima e meio ambiente.

Em função da excelente relação custo x benefício, trata-se de uma opção tanto para fachadas e caixilhos como também para compor elementos estruturais. Um bom exemplo no que se refere a essa última opção é o famoso estádio Ninho de Pássaro, inaugurado em 2008, em Pequim. Outra alternativa utilizada atende pela sigla de ACM – Aluminum Composite Material. Formados por duas chapas de alumínio, unidas por um núcleo de polietileno, os chamados painéis compostos podem ser pintados ou anodizados, e têm sido amplamente utilizados na construção civil brasileira, inclusive em fachadas contínuas, em associação com o vidro. São produtos fornecidos em dimensões variadas e que apresentam grande resistência ao fogo e facilidade de usinagem, além da possibilidade de instalação pelo lado interno da edificação, dispensando o uso de balancins ou andaimes, tornando a obra mais segura.

Você conhece os mitos e verdades sobre o alumínio?

fevereiro 23, 2010

Um pouco da história recente do alumínio está cercada de mitos, e nós da Wyda, vamos ajudar a desmistificar essas histórias e mostrar porque o alumínio é tão importante na vida moderna.

PERGUNTA:

O alumínio se deposita no cérebro, causando o mal de Alzheimer?

RESPOSTA:

Associações mundiais que atuam com os pacientes de Alzheimer e familiares indicam em seus sites que não há evidências da associação da doença com o alumínio: “Essa teoria está sendo cada vez menos estudada, pois os indícios apontam para a desmistificação dessa probabilidade. A presença de alumínio parece ser conseqüência da morte neuronal e não sua causa”, diz o Dr. Norton Sayeg – Especialista em Geriatria e Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e ex Presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ) / 2006 Alzheimer´s Association, Chicago, EUA

“Mito: Muitas pesquisas demonstram que não existe nenhuma evidência para considerar o alumínio, fator de risco para a doença de Alzheimer ou a causa da demência”.

PERGUNTA:

É verdade que na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas, devido à proibição do governo italiano?

RESPOSTA:

Não existe qualquer legislação italiana que proíba o uso de panelas de alumínio nos restaurantes. A ABAL obteve declarações das entidades: European Aluminium Association – EAA, Associação de Metais da Itália – Assomet e Consulado Italiano em São Paulo, que confirmam a “inexistência” dessa legislação.

PERGUNTA:

As panelas de alumínio contaminam a comida intensamente?

RESPOSTA:

As panelas de alumínio não contaminam os alimentos. O alumínio é um material reconhecidamente adequado para uso em utensílios que entram em contato direto com alimentos, sem nenhum efeito nocivo ao organismo humano, conforme atesta a Food and Drug Administration – FDA (www.fda.gov), órgão oficial de saúde dos Estados Unidos e a ANVISA (www.anvisa.gov.br), no Brasil.

No Brasil, um estudo recente realizado pelo Centro de Tecnologia de Embalagem – CETEA, do Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL, concluiu que “o cozimento de alimentos em panela de alumínio contribui com cerca de 2% do limite máximo recomendado de ingestão diária do metal, pela OMS (1mg diário de alumínio por quilo de massa corporal). Portanto, não relevante quando levado em consideração o teor de alumínio presente naturalmente em alguns alimentos e em outras fontes de ingestão” – Fonte: Revista Veja edição 2013 – ano 40 – nº 24, 20 de junho de 2007.

Essa semana desmistificaremos mais algumas histórias.

Encontro sobre alumínio na América Latina

fevereiro 4, 2010

A Associação Brasileira do Alumínio vai realizar, entre os dias 18 e 20 de maio, um grande encontro da indústria do alumínio em São Paulo. Em um mesmo local estarão reunidos profissionais da indústria, estudantes, especialistas e pesquisadores do Brasil e do exterior para participarem da ExpoAlumínio 2010, do IV Congresso Internacional do Alumínio e do X Seminário Internacional de Reciclagem do Alumínio – o maior encontro do setor na América Latina.

A ExpoAlumínio – Exposição Internacional do Alumínio vai reunir, as maiores empresas produtoras, transformadoras e de reciclagem do alumínio, além de clientes e fornecedores de toda a cadeia produtiva, sendo uma oportunidade para ver o que há de mais moderno no setor. Na programação do Congresso, sessões técnicas, em que keynote speakers, pesquisadores e acadêmicos apresentarão trabalhos de excelência recém desenvolvidos nas áreas de redução, fundição, refratários, desenvolvimento sustentável, reciclagem, processos de transformação, e desenvolvimento de novos produtos. Também estão programados workshops sobre mudanças climáticas, construção civil, utensílios domésticos, indústria automotiva e de transportes.

Serviços: Exposição Internacional do Alumínio – ExpoAlumínio 2010

Data: 18, 19 e 20 de maio de 2010

Horário: a partir das 12h

Site: http://www.expoaluminio.com.br