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Arábia Saudita é quarto mercado para alumínio do Brasil

setembro 4, 2010

O país árabe respondeu por 6,7% das vendas externas de semimanufaturados de alumínio no primeiro semestre do ano. Houve aumento de 18,9% nas exportações gerais do setor no período.

A Arábia Saudita foi destino para 6,7% das exportações brasileiras de produtos semimanufaturados de alumínio, de acordo com informações da Associação Brasileira do Alumínio (Abal). O país árabe foi o quarto maior importador do segmento no primeiro semestre deste ano, atrás apenas de Estados Unidos, Argentina e Venezuela.
De acordo com a Abal, as exportações da indústria de alumínio ficaram, entre janeiro e junho, em US$ 1,8 bilhão. Elas responderam por 2% das vendas externas do Brasil e avançaram 18,9% sobre o primeiro semestre de 2009. As previsões da Abal indicam que no ano o setor terá uma receita de exportação de US$ 4,05 bilhões.

De acordo com a Abal, as exportações da indústria de alumínio ficaram, entre janeiro e junho, em US$ 1,8 bilhão. Elas responderam por 2% das vendas externas do Brasil e avançaram 18,9% sobre o primeiro semestre de 2009. As previsões da Abal indicam que no ano o setor terá uma receita de exportação de US$ 4,05 bilhões.

Também houve, nos primeiros seis meses do ano, aumento nas importações brasileiras de produtos de alumínio. Elas cresceram bem mais do que as exportações, em percentual, em 47,8%, mas o seu valor foi bem menor, US$ 464 milhões. No ano, as importações devem chegar a US$ 932 milhões, segundo projeções da Abal.

Segundo a Abal, o mercado interno também aumentou seu consumo de produtos transformados de alumínio, passando de 463,1 mil toneladas no primeiro semestre de 2009 para 626,7 mil toneladas nos mesmos meses de 2010. O crescimento foi de 35,3%. Houve aumento nas compras de chapas, em 28,5%, de extrudados, em 45%, de fundidos, em 43,9%, e de folhas, em 32,4%.

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Consumo de alumínio deve crescer 21% em 2010

abril 15, 2010

A Associação Brasileira do Alumínio divulgou o desempenho do mercado brasileiro do alumínio no ano de 2009. De acordo com a entidade, o consumo doméstico de produtos transformados de alumínio, no ano passado, foi de 1.007,9 mil toneladas, o que corresponde a uma queda de 10,6% em relação as 1.127 mil toneladas consumidas em 2008.

Mesmo com a queda, que interrompeu uma série de cinco anos contínuos de crescimento, nota-se que o consumo apresentou uma recuperação gradual a cada trimestre. No último trimestre de 2009, por exemplo, o volume consumido foi 6,3% maior que o registrado no mesmo período do ano de 2008, quando nossa economia sentiu os primeiros sinais da crise econômico-financeira.

Para 2010, a ABAL prevê um retorno do mercado interno aos níveis de 2008 e estima um consumo de 1.221,9 mil toneladas, alavancado, principalmente, pelos produtos Chapas (+19,8%), Extrudados (+24,5%) e Fundidos (+12,5%).