Posts Tagged ‘reciclagem’

Atividades lúdicas ensinam crianças os benefícios da reciclagem

outubro 26, 2010

A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) organiza no dia 31 de outubro, domingo, uma tarde de muita diversão e conscientização ambiental para as crianças que estiverem na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, Zona Oeste de São Paulo. O tema da brincadeira: a importância da reciclagem do alumínio para o meio ambiente.

A partir das 14h e até 20h, jogos e brincadeiras ambientais colocarão a criançada em movimento enquanto aprendem mais sobre produtos de alumínio e reciclagem. Enquanto isso, uma dupla de contadores de histórias e o grupo Ciranda de Cantigas  mostrarão por que a reciclagem é tão importante para o planeta, por meio de histórias, apresentações musicais e teatro de bonecos. As atividades são gratuitas.

“Queremos mostrar para as crianças, que elas terão, no futuro, um papel muito importante na preservação do meio ambiente, e que a reciclagem das latas de alumínio pode contribuir bastante para esse processo”, explica Henio De Nicola, coordenador da Comissão de Reciclagem da ABAL.

Serviço

Atividades lúdicas ensinam crianças sobre a importância da reciclagem

Dia e horário: 31 de outubro de 2010, domingo – das 14h às 18h

Local: Livraria Cultura – Shopping Villa Lobos, setor infantil e auditório

Endereço: Av. das Nações Unidas, 4777 | Pinheiros, Zona Oeste | São Paulo

Entrada franca

Fonte: http://www.abal.org.br

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Mitos e verdades sobre as latas de alumínio

agosto 31, 2010

Existem muitos boatos e mentiras a respeito da reciclagem  de latas de alumínio. Circulam pela Internet, há alguns anos, mensagens com a suposta intenção de alertar a população sobre “o perigo” de se consumir bebidas em latas. Estas poderiam estar contaminadas por urina de ratos, provocando leptospirose.

A primeira onda de mensagens circulou nos Estados Unidos, sem identificação de autores ou personagens, e  no Brasil, ganharam uma nova versão na qual, para dar ares de credibilidade ao texto, aponta-se o doutor Fábio Olivares, do Centro de Biociências e Biotecnologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense como autor. A versão brasileira afirma existir uma pesquisa do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial) sobre o assunto e chega a sugerir que pessoas teriam contraído leptospirose e morrido, após consumir bebidas em lata.

Com o objetivo de esclarecer o público, a Associação Brasileira de Alumínio buscou a confirmação de cada uma das informações contidas nas mensagens. Com isso, obteve declarações por escrito tanto do doutor Fábio – em que nega a autoria do texto – quanto do chefe de gabinete da Presidência do Inmetro,Carlos Eduardo Vieira Camargo, garantindo que o instituto jamais realizou análise em latas de refrigerantes com a finalidade de medir níveis de vermes ou bactérias.

A ABAL também recebeu uma correspondência do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da Secretaria da Saúde de São Paulo, que afirma não existir, em todos os casos de leptospirose registrados no Estado, nenhum que tenha sido provocado por ingestão de bebida em lata. O CVE também inseriu esse informe na página da Secretaria de Saúde Pública:www.cve.saude.sp.gov.br/htm/lepinforme.htm. As informações foram confirmadas em novo documento recebido em 20 de maio de 2004.

Diante da comprovada falsidade das informações divulgadas nas tais mensagens, a ABAL requereu, junto à Polícia Civil de São Paulo, a instauração de um inquérito policial a fim de apurar a ocorrência de crime de falsidade ideológica e outros crimes de fundo econômico ligados a esses boatos.

Por tudo isso, se você receber um e-mail alertando para o risco de se beber cervejas e refrigerantes em lata, use o bom senso antes de retransmiti-lo.

Tenha em mente que a indústria de latas, assim como os fabricantes de bebidas, respeitam padrões internacionais, além de normas próprias de produção, e garantem a qualidade e a integridade de seus produtos.

Portanto, a questão a respeito da qual se deve alertar a população é a da higiene no armazenamento e na manipulação dos produtos em geral e essa é uma preocupação que vale para todo e qualquer produto e/ou embalagem, e não apenas para as latas de bebidas. O caminho para se evitar problemas é um só: hábitos básicos de higiene.

Fonte: ABAL

Dúvidas sobre como colaborar com a reciclagem de alumínio

junho 28, 2010

Baseado no post sobre a utilização das embalagens de alumínio, resolvemos agora buscar informações para esclarecer as dúvidas mais frequentes em relação à reciclagem de alumínio, desmentindo alguns mitos e facilitando o processo de separação do material por cada um de nós.

Por que é importante reciclar o alumínio?
Porque a reciclagem do alumínio traz benefícios para o meio ambiente e para o País, pois economiza matéria-prima, energia elétrica e reduz o volume de lixo enviado aos aterros sanitários. Além disso, gera renda permanente para milhares de pessoas, reduzindo o impacto social do desemprego.

O que devemos fazer com as embalagens descartáveis (como por exemplo, as quentinhas)?
Preferencialmente, deve-se lavar essas embalagens para que sejam retirados os resíduos de alimentos. Depois disso coloque-as junto com os demais metais, ou então entregue-as em um posto de coleta seletiva, ou mesmo para algum sucateiro que recolha esse material próximo da sua casa.

Como identificar as latas que de fato são de alumínio?
Há algumas maneiras. Geralmente, as latas de alumínio estão identificadas por dois símbolos impressos no rótulo, que já são um padrão utilizado pelas indústrias: um deles é o “AL” circundado por duas setas, e o outro é a figura de uma lata, com a inscrição “Recicle Alumínio”. Caso não haja nenhum desses símbolos e você permaneça com dúvidas, pode utilizar um ímã, se ele prender no metal, a lata não é de alumínio.

Vale a pena reciclar somente uma lata?
Sim. Vale a pena reciclar qualquer que seja a quantidade de latas. Para se ter noção, a reciclagem de uma única latinha de alumínio pode economizar energia elétrica suficiente para manter ligado um aparelho de TV durante três horas.

Como a lata deve ser preparada para a reciclagem?
A lata é 100% reciclável, ou seja, não é necessário retirar nenhuma parte dela para a reciclagem, nem mesmo o anel. Para facilitar o processo de reciclagem, a lata deve estar vazia e livre de impurezas (tais como restos de comida, de papel, pontas de cigarros, dentre outros resíduos).

O que mudou com a entrada das latas nos processos de reciclagem?
As latas ajudaram a organizar o ciclo da reciclagem, desde a coleta da lata vazia até sua transformação em nova lata. Além disso, incentivou o surgimento de mercados alternativos (como a fabricação de prensas especiais para latas) e a modernização de fornos industriais para refusão de sucata, gerando mais empregos e remuneração mais justa para os catadores de rua.

O lacre da lata é mais valioso que a lata em si?
Não, isso é uma lenda urbana. A sucata é paga de acordo com o peso, não importando se é o corpo ou o lacre da lata. Portanto, o valor é exatamente o mesmo.

(Fonte: Abal – Associação Brasileira do Alumínio)

Alumínio – sem sombra de dúvida, o melhor tipo de embalagem

maio 18, 2010

A reciclabilidade é um dos atributos mais importantes do alumínio, pois é um material que pode ser produzido infinitas vezes, sem perder suas qualidades no processo de reaproveitamento, ao contrário de outros. Esta característica possibilita uma combinação única de vantagens para o alumínio, destacando-se, além da proteção ambiental e economia de energia, o papel multiplicador na cadeia econômica – o exemplo mais visível é o da latinha de alumínio, que transforma-se novamente em lata após a coleta e refusão, sem que haja limites para seu retorno ao ciclo de produção.

A reciclagem de alumínio é feita tanto a partir de sobras do próprio processo de produção, quanto de sucata gerada por produtos com vida útil esgotada. Este reaproveitamento de sobras do processo pode ocorrer tanto interna como externamente, por meio de terceiros ou refusão própria. E representa uma grande economia de energia e matéria-prima, refletindo-se em aumento da produtividade e redução da sucata industrial.

A reciclagem acabou sendo algo que não conseguimos dissociar da produção de alumínio, pois as empresas sempre tiveram a preocupação de reaproveitar retalhos de chapas, perfis e laminados, entre outros materiais gerados durante o processo de fabricação. Porém, a reciclagem de produtos com vida útil esgotada depende do tempo gasto entre seu nascimento, consumo e descarte. Isto é chamado de ciclo de vida de um produto, que pode ser de 45 dias, como no caso da lata, ou até mais de 40 anos, no caso de cabos de alumínio para transmissão de energia elétrica. Mas em qualquer caso, o alumínio pode ser reciclado infinitas vezes.

Quanto mais curto for o ciclo de vida de um produto de alumínio, mais rápido será o seu retorno à reciclagem. Por isso, os volumes de reciclagem da indústria alcançaram índices expressivos com a entrada da lata de alumínio no mercado.

O ciclo médio de vida de uma lata de alumínio é de 30 dias, desde sua colocação na prateleira do supermercado, até seu retorno reciclada.

A força do alumínio na economia

Em 2000 o índice de reciclagem de latas de alumínio no Brasil atingiu a marca de 78%, o segundo maior do mundo, superado apenas pelo Japão. E isso foi determinante para a expansão de um setor quase sempre marginalizado na economia, o da coleta e comercialização de sucata, que movimenta grandes volumes e valores respeitáveis. Essa atividade assume um papel multiplicador na cadeia econômica, que reúne desde empresas produtoras de alumínio e seus parceiros, até recicladores, sucateiros e fornecedores de insumos e equipamentos para a indústria de reciclagem.

Trata-se de um setor que tem estimulado o desenvolvimento de novos segmentos, como o de fabricantes de máquinas para amassar latas, prensas e coletores e que atrai a atenção de ambientalistas e gestores de instituições públicas e privadas envolvidos no desafio do tratamento e reaproveitamento de resíduos e também beneficia milhares de pessoas, que retiram da coleta e reciclagem sua renda familiar. Hoje o mercado brasileiro de sucata de lata de alumínio movimenta hoje mais de US$100 milhões anuais.

Reflexos Ambientais e Sociais

A reciclagem de alumínio acabou criando uma cultura de combate ao desperdício, que difunde e estimula o hábito do reaproveitamento de materiais, com reflexos positivos na formação da cidadania e no interesse pela melhoria da qualidade de vida da população. O alto valor agregado do alumínio desencadeia um benefício indireto para outros setores, como o plástico e o papel. A valorização do alumínio para o sucateiro torna atraente sua associação com coletas de outros materiais de baixo valor agregado e grande impacto ambiental. Além disso, a perspectiva de reaproveitamento permanente chama a atenção da sociedade por produtos e processos limpos, criando um comportamento mais renovável em relação ao meio ambiente brasileiro.

Em 2002, o Brasil reciclou 253.500 toneladas de alumínio, equivalente a 35% do consumo doméstico, ficando acima da média mundial de 33%. Além disso, o país lidera a reciclagem de latas de alumínio, tendo alcançado o índice de 87%, mantendo o País como campeão na reciclagem de latas de alumínio entre os países onde esta atividade não é obrigatória por lei, posição conquistada em 2001, quando o índice brasileiro alcançou 85% e superou o do Japão, que liderava o ranking até então.

O índice de 87% corresponde a um volume de 121,1 mil toneladas de latas de alumínio, ou 9 bilhões de unidades, aproximadamente. Os números indicam um crescimento de 2,6% sobre o volume coletado em 2001, que foi de 118,0 mil toneladas (aproximadamente, 8,7 bilhões de unidades). Desde 1998, quando ultrapassou pela primeira vez o índice dos Estados Unidos (63% contra 55%), o índice brasileiro vem apresentando crescimento médio de 10% ao ano.

A reciclagem de latas de alumínio envolve mais de 2.000 empresas de sucata, de fundição secundária de metais, transportes e crescentes parcelas da população, representando todas as camadas sociais – dos catadores até classes mais altas. As latas coletadas são recicladas e transformadas em novas latas, com grande economia de matéria-prima e energia elétrica.

A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita (minério de onde se produz o alumínio) são poupados. Para se reciclar uma tonelada de alumínio, gasta-se somente 5% da energia que seria necessária para se produzir a mesma quantidade de alumínio primário, ou seja, a reciclagem do alumínio proporciona uma economia de 95% de energia elétrica. A reciclagem da lata representa uma enorme economia de energia: para produzir o alumínio são necessários 17,6 mil kw. Para reciclar, 700 kw. A diferença é suficiente para abastecer de energia 160 pessoas durante um mês.

Hoje, em apenas 30 dias uma latinha de alumínio pode ser comprada no supermercado, jogada fora, reciclada e voltar às prateleiras para o consumo. A reciclagem de latinhas é um ato moderno e civilizado que reflete um alto grau de consciência ambiental alcançado pela população e demonstra a junção de esforços de todos os segmentos da sociedade, das indústrias de alumíno até o consumidor, passando pelos fabricantes de bebidas. Os reflexos da atividade contribuem de várias maneiras para elevar o nível de qualidade de vida das cidades brasileiras.

A reciclagem de alumínio e alguns dados sobre esse processo no Brasil

>> O Brasil é octacampeão na reciclagem de latas de alumínio em países onde a reciclagem de embalagens não é obrigatória por lei. O país, desde 2005, ultrapassou a barreira dos 96% das latas disponíveis no país, o que equivale a 127,6 mil toneladas de latas. Desde então, o país vem sendo seguido pelo Japão, Argentina e Estados Unidos.

>> Embora este índice seja alto, não podemos nos esquecer de que ele é tão expressivo graças ao 1 milhão de pessoas catando sucatas nas ruas do Brasil. Graças ao processo de reciclagem essas pessoas tem acesso a renda, pois em geral não possuem formação suficiente para se adequar ao mercado de trabalho.
>> Entre 2000 e 2005, subiu de 10% para 24%, a participação de clubes e condomínios na coleta de alumínio, mostrando um maior engajamento da classe média.

Saiba o motivo da utilização de cápsulas de alumínio nas embalagens de café

abril 30, 2010

A Nespresso revelou o motivo da utilização das cápsulas de alumínio em suas embalagens, e o Blog Wyda te explica.

O alumínio preserva protege o café e mantém os aromas intactos. O alumínio é infinitamente reciclável e não perde nenhuma de suas qualidades. A Nestlé está criando agora um sistema de  recuperação de cápsulas nos principais mercados europeus, para triplicar a capacidade de reciclagem de cápsulas usadas em 75% até o ano de 2013.

Reciclagem é a palavra de ordem!
Cápsulas de alumínio

Consumo de alumínio deve crescer 21% em 2010

abril 15, 2010

A Associação Brasileira do Alumínio divulgou o desempenho do mercado brasileiro do alumínio no ano de 2009. De acordo com a entidade, o consumo doméstico de produtos transformados de alumínio, no ano passado, foi de 1.007,9 mil toneladas, o que corresponde a uma queda de 10,6% em relação as 1.127 mil toneladas consumidas em 2008.

Mesmo com a queda, que interrompeu uma série de cinco anos contínuos de crescimento, nota-se que o consumo apresentou uma recuperação gradual a cada trimestre. No último trimestre de 2009, por exemplo, o volume consumido foi 6,3% maior que o registrado no mesmo período do ano de 2008, quando nossa economia sentiu os primeiros sinais da crise econômico-financeira.

Para 2010, a ABAL prevê um retorno do mercado interno aos níveis de 2008 e estima um consumo de 1.221,9 mil toneladas, alavancado, principalmente, pelos produtos Chapas (+19,8%), Extrudados (+24,5%) e Fundidos (+12,5%).

O alumínio é prejudicial à saúde?

abril 13, 2010

Todos sabemos que o alumínio é hoje uma das matérias primas mais usadas em todo mundo, e que seu poder de reciclabilidade é imenso. Mas será que ele é nocivo à saúde? Todos os estudos realizados até hoje mostram que o alumínio a que estamos expostos diariamente não causa nenhum dano à saúde humana. O nosso organismo tem eficientes barreiras no trato gastrointestinal, nos pulmões e na pele, além da barreira hematoencefálica, que praticamente impedem a absorção do metal.

O alumínio é o terceiro elemento que se encontra em quantidade na natureza, depois do oxigênio e do silício, e representa 8% da crosta terrestre. Assim, esse metal está presente em nossas vidas de diversas formas, sejam naturais ou manufaturadas, pois estamos expostos ao alumínio do solo, da água, do ar, nos alimentos e em alguns remédios prescritos para o tratamento de úlceras gástricas.

O alumínio é utilizado inclusive na prevenção de doenças, contribuindo decisivamente no aumento da provisão de água potável: o sulfato de alumínio é usado como floculante nas estações de tratamento de água, onde age aglutinando pequenas partículas indesejáveis, além de organismos e bactérias prejudiciais à saúde, o que facilita a sua eliminação.

E não é apenas no ambiente externo que o alumínio nos é familiar. Sua ocorrência em todos os órgãos, tecidos e fluídos do corpo humano demonstra que convivemos com o alumínio desde o nascimento.

A Organização Mundial de Saúde – OMS recomenda em seu Manual de Potabilidade uma taxa de 200 microgramas por litro de água, unicamente em função do efeito visual de turbidez provocado pelo uso de sulfato de alumínio nos reservatórios para tratamento de água.

Alumínio: reciclável inúmeras vezes

abril 9, 2010

A palavra de ordem no mundo moderno é : RECICLAGEM, e o Alumínio é o primeiro nome lembrado quando o assunto é reciclagem. A reciclabilidade é um dos principais atributos do alumínio e reforça a vocação de sua indústria para a sustentabilidade em termos econômicos, sociais e ambientais. O alumínio pode ser reciclado infinitas vezes, sem perder suas características no processo de reaproveitamento, ao contrário de outros materiais.

O alumínio pode ser reciclado tanto a partir de sucatas geradas por produtos de vida útil esgotada, como de sobras do processo produtivo. Utensílios domésticos, latas de bebidas, esquadrias de janelas, componentes automotivos, entre outros, podem ser fundidos e empregados novamente na fabricação de novos produtos. Pelo seu valor de mercado, a sucata de alumínio permite a geração de renda para milhares de famílias brasileiras envolvidas da coleta à transformação final da sucata.

A reciclagem do alumínio representa uma combinação única de vantagens. Economiza recursos naturais, energia elétrica – no processo, consome-se apenas 5% da energia necessária para produção do alumínio primário -, além de oferecer ganhos sociais e econômicos.

Assim, com a reciclagem do alumínio ganha o país, os cidadãos e o meio ambiente.

A Wyda é uma empresa com certificado verde e que apóia e recicla 100% de seu material.

Como conciliar desenvolvimento e preservação ambiental?

março 23, 2010

O maior avanço a ser reconhecido atualmente é o engajamento do setor da construção civil, antes inerte, e que agora é capaz de gerar transformações sem precedentes na luta pela sustentabilidade do planeta.” Essa declaração do ex-secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo e fundador da organização governamental SOS Mata Atlântica, Fábio Feldman, foi feita em 2007, quando o setor começava a dar sinais de que realmente havia incorporado o compromisso com as questões ambientais. De lá para cá, o tema passou a ser discutido cada vez mais, tornando-se um desafio para todos os profissionais que atuam no segmento. Modismo? Não, consciência, que nesse caso pode significar também sobrevivência.

Segundo o relatório Buildings and the Climate Change 2007, publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente– Pnuma, a construção civil é responsável por 30% a 40% do uso global de energia. Consequentemente, figura entre os principais emissores de gás carbônico do planeta. O problema ganha proporções ainda maiores ao considerarmos que 75% dos recursos naturais extraídos do solo acabam em canteiros de obras. Por isso não há como desprezar um tema tão importante como esse, uma vez que tanto a cadeia produtiva de materiais quanto a execução das obras causam grande impacto ambiental.

As indústrias que atuam no segmento, especialmente aquelas ligadas à produção do alumínio, estão atentas ao fato e adotando medidas que visam a garantir a sustentabilidade dos negócios. Dados da Associação Brasileira do Alumínio (Abal) apontam que, no Brasil, as companhias não se limitam a cumprir a legislação e as normas em vigor. Mais do que isso, se antecipam às necessidades econômicas, ambientais e sociais, executando, por exemplo, o plantio de espécies nativas usadas para recompor a vegetação original das áreas mineradas, restaurando o bioma. A própria ABAL vem incentivando suas associadas a integrar o “Alumínio para Futuras Gerações”, programa de melhoria contínua da indústria mundial, controlado pelo International Aluminium Institute (IAI), contendo 13 princípios para as principais fases do ciclo de vida do material, entre eles a redução da emissão de poluentes e do consumo energético.

O alumínio é o terceiro elemento mais abundante na crosta terrestre e o Brasil detém a terceira maior reserva de bauxita do mundo, ficando atrás apenas da Guiné e da Austrália. Os estados de Minas Gerais e Pará concentram as principais áreas de extração. Sua obtenção é feita com a transformação do minério em alumina e, posteriormente, em alumínio, englobando um processo que exige máxima atenção por parte das indústrias que atuam no setor.

Nesse contexto, a reciclagem de resíduos industriais ou de produtos com vida útil esgotada é uma alternativa que ganha cada vez mais adeptos. Trata-se de um processo extremamente vantajoso em razão das propriedades do alumínio, que permitem reutilização contínua sem perder as principais características, como a leveza, a excelente condução termoelétrica, resistência à corrosão, entre outras. Há outro aspecto que precisa ser considerado em função do impacto positivo que provoca: a reciclagem contribui ainda para a inclusão social, já que muitos trabalhadores obtêm seu sustento recolhendo esse tipo de material. No Brasil, há nada menos do que 2.100 empresas e quase 4.000 trabalhadores diretamente ligados a esses processos.

Resultado: o País detém um dos mais eficientes ciclos de reciclagem de alumínio do mundo, com uma relação entre sucata recuperada e consumo doméstico de 37,8%, quando a média mundial é de 29,3%.

Embora ainda não exista um procedimento específico no que diz respeito à reciclagem de esquadrias, a utilização do alumínio na construção civil é sempre estimulada quando se fala na relação entre matéria-prima e meio ambiente.

Em função da excelente relação custo x benefício, trata-se de uma opção tanto para fachadas e caixilhos como também para compor elementos estruturais. Um bom exemplo no que se refere a essa última opção é o famoso estádio Ninho de Pássaro, inaugurado em 2008, em Pequim. Outra alternativa utilizada atende pela sigla de ACM – Aluminum Composite Material. Formados por duas chapas de alumínio, unidas por um núcleo de polietileno, os chamados painéis compostos podem ser pintados ou anodizados, e têm sido amplamente utilizados na construção civil brasileira, inclusive em fachadas contínuas, em associação com o vidro. São produtos fornecidos em dimensões variadas e que apresentam grande resistência ao fogo e facilidade de usinagem, além da possibilidade de instalação pelo lado interno da edificação, dispensando o uso de balancins ou andaimes, tornando a obra mais segura.

Reciclabilidade, sabe o que significa?

março 17, 2010

A reciclabilidade é um dos atributos mais importantes do alumínio. Qualquer produto produzido infinitas vezes, sem perder suas qualidades no processo de reaproveitamento, ao contrário de outros materiais. O exemplo mais comum é o da lata de alumínio para bebidas, cuja sucata transforma-se novamente em lata após a coleta e refusão, sem que haja limites para seu retorno ao ciclo de produção. Esta característica possibilita uma combinação única de vantagens para o alumínio, destacando-se, além da proteção ambiental e economia de energia, o papel multiplicador na cadeia econômica.

A reciclagem de alumínio é feita tanto a partir de sobras do próprio processo de produção, como de sucata gerada por produtos com vida útil esgotada. De fato, a reciclagem tornou-se uma característica intrínseca da produção de alumínio, pois as empresas sempre tiveram a preocupação de reaproveitar retalhos de chapas, perfis e laminados, entre outros materiais gerados durante o processo de fabricação.

Este reaproveitamento de sobras do processo pode ocorrer tanto interna como externamente, por meio de terceiros ou refusão própria. Em qualquer caso representa uma grande economia de energia e matéria-prima, refletindo-se em aumento da produtividade e redução da sucata industrial.

A reciclagem de produtos com vida útil esgotada, por sua vez, depende do tempo gasto entre seu nascimento, consumo e descarte. Isto é chamado de ciclo de vida de um produto, que pode ser de 45 dias, como no caso da lata, até mais de 40 anos, no caso de cabos de alumínio para transmissão de energia elétrica. Em qualquer caso, o alumínio pode ser reciclado infinitas vezes.

Quanto mais curto for o ciclo de vida de um produto de alumínio, mais rápido será o seu retorno à reciclagem. Por isso, os volumes de reciclagem da indústria alcançaram índices expressivos, com a entrada da lata de alumínio no mercado.